<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342</id><updated>2012-02-16T11:16:19.343-08:00</updated><title type='text'>Psicanálise e Psicopedagogia</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-383420604590449788</id><published>2011-08-06T08:17:00.001-07:00</published><updated>2011-08-06T08:17:30.113-07:00</updated><title type='text'>Esquizofrenia</title><content type='html'>&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--google_ad_client = "pub-2511401478266459";/* 300x250, created 12/20/10 */google_ad_slot = "7797056140";google_ad_width = 300;google_ad_height = 250;//--&gt;&lt;/script&gt;&lt;script src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js" type="text/javascript"&gt;&lt;/script&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/o-tratamento-para-esquizofrenia-e-como-os-familiares-podem-ajudar-no-tratamento-de-um-esquizofrenico/2460/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;Esquizofrenia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; é um distúrbio psicótico em que uma pessoa perde o contato com a realidade, experimentando idéias bastante irracionais ou percepções distorcidas (Myers, 1998).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Myers (1998), em esquizofrenia,&amp;nbsp; “mente dividida” refere-se não a uma divisão de &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/?s=dupla+personalidade"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;múltiplas personalidades&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, mas sim a uma divisão da realidade, que transparece em distúrbios do pensamento, distúrbios perceptivos e emoções e ações impróprias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faça um &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/teste-de-personalidade-denominado-big-five-%E2%80%93-modelo-dos-cinco-grande-fatores-na-avaliacao-da-personalidade/1963/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;teste psicológico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/teste-de-personalidade-teste-de-personalidade-borderline/2437/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;teste de personalidade&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; clique nos links desta página&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neto (1995) ressalta que, a esquizofrenia manifesta-se pela primeira vez no adolescente ou adulto jovem na segunda e na terceira década de vida. O início da doença pode ser abrupto ou insidioso. Quando o início é insidioso, chega a passar meses até que o paciente seja conduzido a uma avaliação psiquiátrica. Quando abrupto, ao longo de dias ou semanas, o paciente costuma apresentar-se angustiado, perplexo com a vivência de que “algo está para acontecer”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Myers (1998) as pessoas podem também herdar uma predisposição para determinadas anormalidades, a probabilidade de 1 em 100 de qualquer pessoa ser diagnosticada com esquizofrenia passa a ser de 1 para 10 entre os que têm um irmão, pai ou mãe com o problema, e de 1 em 2 para quem tem um gêmeo idêntico afetado, porém, mesmo com gêmeos idênticos pode haver um componente ambiental pré-natal. Cerca de 60 por cento dos gêmeos idênticos partilham a mesma placenta. Quando se tem um gêmeo idêntico com esquizofrenia e se partilhou a placenta, é bem provável que partilhe o distúrbio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com os critérios do DSM IV (2000), os sintomas característicos da Esquizofrenia envolvem uma faixa de disfunções cognitivas e emocionais que acometem a percepção, o pensamento inferencial, a linguagem e a comunicação, o monitoramento comportamental, o afeto, a fluência e produtividade do pensamento e do discurso, a capacidade hedônica, a volição, o impulso e a atenção. Nenhum sintoma isolado é característico de Esquizofrenia; o diagnóstico envolve o reconhecimento de uma constelação de sinais e sintomas associados com prejuízo no funcionamento ocupacional ou social.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os sintomas característicos (Critério A) podem ser conceitualizados enquadrando em duas amplas categorias – positivos e negativos. Os sintomas positivos (Critério A1-A4) refletem um excesso ou distorção de funções normais, incluindo distorções ou exageros do pensamento inferencial (delírios), da percepção (alucinações), da linguagem e comunicação (discurso desorganizado) e do monitoramento comportamental; esses sintomas positivos podem compreender duas dimensões distintas, que, por sua vez, podem estar relacionadas a diferentes mecanismos neurais e correlações clínicas subjacentes: a “dimensão psicótica” inclui delírios e alucinações, enquanto a “dimensão da desorganização” inclui o discurso e comportamento desorganizados. Os sintomas negativos (Critério A5) refletem uma diminuição ou perda de funções normais, incluindo restrições na amplitude e intensidade da expressão emocional (embotamento afetivo), na fluência e produtividade do pensamento (alogia) e na iniciação de comportamentos dirigidos a um objeto (avolição).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo DSM IV (Critério A1), os delírios são crenças errôneas, habitualmente envolvendo a interpretação falsa de percepções ou experiências. Seu conteúdo pode incluir uma variedade de temas, como: persecutórios sendo mais comum, quando a pessoa acredita estar sendo atormentada, seguida, enganada, espionada ou ridicularizada; os referenciais também são bastante comuns, quando a pessoa crê que certos gestos, comentários, passagens de livros, jornais são dirigidos especificamente a elas; somáticos; religiosos ou grandiosos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As alucinações (Critério A2) podem ocorrer em qualquer modalidade sensorial, auditivas, visuais, olfativas, gustativas e táteis. Alucinações auditivas são as mais comuns e características da Esquizofrenia, sendo geralmente experimentadas como vozes conhecidas ou estranhas, que são percebidas como distintas dos pensamentos da própria pessoa. O conteúdo pode ser bastante variável, embora vozes pejorativas ou ameaçadoras sejam especialmente comuns. Certos tipos de alucinações, duas ou mais vozes conversando entre si ou comentando os pensamentos ou o comportamento da pessoa tem sido considerados particularmente característicos da Esquizofrenia. Se esses tipos de alucinações estão presentes, então basta apenas este sintoma isolado para satisfazer o Critério A. As alucinações devem ocorrer no contexto de um sensório claro; aquelas que ocorrem enquanto o indivíduo adormece (hipnagógicas) ou desperta (hipnopômpicas) são consideradas parte da faixa de experiências normais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-383420604590449788?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/383420604590449788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/esquizofrenia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/383420604590449788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/383420604590449788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/esquizofrenia.html' title='Esquizofrenia'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-5584534870087170251</id><published>2011-08-06T08:16:00.000-07:00</published><updated>2011-08-06T08:16:42.061-07:00</updated><title type='text'>Sentimentos de inferioridade e superioriedade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O conceito de &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/ciume-doentio-e-a-baixa-autoestima-a-inseguranca-no-relacionamento-amoroso-e-o-agravamento-do-ciume-na-deterioracao-do-relacionamento/2468/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;Sentimento de Inferioridade&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; foi criado por um contemporâneo de Freud, Alfred Adler, psiquiatra nascido na Áustria, criador da corrente psicológica conhecida como “Psicologia Individual”. Sua intenção a principio era pesquisar a inferioridade orgânica. Em 1907, ele tentava explicar por que a doença afetava o estado neurótico das pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faça um &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/teste-psicologico-com-uso-do-desenho-da-figura-humana-dfh/2448/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;teste psicológico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e descubra características de sua personalidade. clique em &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/teste-de-personalidade-teste-de-personalidade-borderline/2437/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;teste de personalidade&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O autor pretendia com este conceito fundamentar o sentimento de insuficiência, incapacidade e inadequação para enfrentar a vida e seus problemas, encontradas em muitas pessoas, que poderiam ser provocadas por vários motivos, reais ou irreais, como por exemplo, alguma deficiência física, situação econômica ou social, ou simplesmente pela recordação de um fracasso perante um obstáculo que não foi possível vencer ou quando este não foi bem resolvido. (Fadiman e Frager 1940).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Adler ampliou sua investigação sobre inferioridade orgânica para o estudo do sentimento psicológico de inferioridade. Ele criou o termo “complexo de inferioridade” e afirmava que todas as crianças são profundamente afetadas por este sentimento, tendo conseqüência inevitável sobre o tamanho da criança e de sua falta de poder. (www.psiqweb.med.br)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um forte sentimento de inferioridade, ou um complexo de inferioridade, impediria o crescimento e desenvolvimento positivo. Entretanto, sentimentos de inferioridade mais moderados podem motivar os indivíduos para realizações construtivas. Desde a mais tenra idade, a criança passa a perceber que existem outros seres humanos capazes de satisfazer completamente suas necessidades mais urgentes (http://www.psiqweb.med.br).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A criança aprende então a dar um valor excessivo ao tamanho, atributo que possibilita as pessoas transportar objetos pesados, ou ao direito de dar ordens e exigir obediência. Esses sentimentos despertam na criança um desejo de crescer, de ficar tão forte como os exemplos que tem mais próximos, pais e parentes, ou mesmo mais forte ainda, isto para poder alcançar a&amp;nbsp; superioridade. Esta superioridade pode tomar direções, tanto&amp;nbsp; positiva quanto negativa. Quando ele inclui preocupações sociais e interesse pelo bem-estar dos outros, desenvolve-se numa direção construtiva e saudável. Assume a forma de uma luta pelo crescimento, pelo desenvolvimento das capacidades e habilidades e pela procura de um modo de vida superior.” (Adler.1928pp.42-43, citado por Fadiman e Frager)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, algumas pessoas lutam pela superioridade pessoal. Elas tentam alcançar um sentimento de superioridade dominando os outros, em vez de se adequarem e respeitarem outras visões de mundo, isso acontece para compensar este sentimento de inferioridade. Adler afirma que a luta pela superioridade pessoal seria uma perversão neurótica, resultado de um forte sentimento de inferioridade e da falta de interesse social. Geralmente, esta “superioridade”, que é melhor encarada como uma compensação, não consegue dar o reconhecimento e a satisfação pessoal que o indivíduo está buscando.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A meta da superioridade tem suas raízes no processo evolutivo de adaptação contínua ao meio ambiente. Todas as espécies devem evoluir no sentido de adaptar-se de forma mais efetiva, caso contrário extinguem-se e, assim, cada indivíduo é levado a lutar por um relacionamento mais perfeito com o meio ambiente. Se esta luta não fosse inata, nenhuma forma de vida poderia se preservar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-5584534870087170251?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/5584534870087170251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/sentimentos-de-inferioridade-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/5584534870087170251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/5584534870087170251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/sentimentos-de-inferioridade-e.html' title='Sentimentos de inferioridade e superioriedade'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-2990019558711059731</id><published>2011-08-06T08:14:00.001-07:00</published><updated>2011-08-06T08:14:42.259-07:00</updated><title type='text'>transtorno Obsessivo Compulsivo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Identificação do transtorno Obsessivo Compulsivo, causas e tratamento para o TOC&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faça um &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/teste-psicologico-para-descobrir-se-e-maniaco-teste-para-transtorno-de-mania-ou-bipolar/2432/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;teste psicológico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e descubra características de sua &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/formacao-da-personalidade-primeiros-anos-de-vida-na-formacao-da-personalidade/2560/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;personalidade&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O TOC é um transtorno heterogêneo por vezes associado à causas orgânicas (Coréia de Sydenham, tiques, etc), que mantém as mesmas características fisiopatológicas nas crianças, adolescentes e adultos; de acordo com as pesquisas de neuroimagem (CASTILLO e CASTILLO, 1999).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pacientes com histórias de coréia de Sydenham; que caracteriza-se por degeneração neuronal, alterações neuropatológicas e epilepsia parcial dos lobos frontais; estão associados a manifestações obsessivas-compulsivas (OC) (GORENSTEIN e cols, 1997).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que reforça a idéia do envolvimento dos gânglios da base na fisiopatológia do transtorno, são as associações de coréia de Sydenham com os sintomas OC. Os estudos de neuroimagem, realizados em crianças e adolescentes com TOC, mostram alterações no desenvolvimento de estruturas subcorticais e de córtex pré-frontal na etiologia deste transtorno (CASTILLO e CASTILLO, 1999).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recentemente, foram realizados estudos para verificar se existe alguma relação entre o TOC e a febre reumática (uma resposta auto-imune à uma infecção estreptocócica), onde foi observado maior presença de TOC em pacientes com febre reumática. Sugerindo assim que fatores imunológicos associados à infecção estreptocócica participassem da fisiopatologia deste transtorno (DINIZ e cols., 2000).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diversas doenças neuropsiquiátricas tem como característica o acometimento dos gânglios da base, como o Parkinsonismo pós-encefalítico, a coréia de Sydenham, a doença de Luntington e a síndrome de Tourette. O TOC tem surgido com maior freqüência em indivíduos com algumas dessas doenças do que nos indivíduos sem nenhum histórico envolvendo alguma delas. Portanto, levanta a hipótese de que os gânglios da base também estão acometidos no TOC. Os gânglios da base estão organizados em circuitos paralelos. As regiões estriatais recebem projeções corticais e as emitem para o tálamo. No passado, acreditava-se que estas estruturas eram responsáveis apenas pelo comportamento motor, mas hoje sabe-se que estas também são importantes para a memória implícita e processamento de vivências cognitivas (MIGUEL, 1995).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro relato de TOC na infância foi descrito em 1903 por Pierre Janet; em 1973, Admas falou sobre quarenta e nove crianças obsessivas. Era escasso e limitado o estudo de TOC na infância e adolecência devido ao pequeno número de amostras, até que em 1989, o Instituto Nacional de Saúde Mental, nos Estados Unidos (NIMH) publicou um trabalho de crianças e adolecêntes com TOC utilizando critérios diagnósticos específicos, definidos pelo DSM-III ( LOTUFO-NETO e cols, 1997 )&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O transtono obsessivo-compulsivo existe em diversas partes do mundo, independente da cultura em que estiver inserido. Na maioria das culturas ocidentais foram encontrados relatos de casos. As características dos pacientes não diferem muito se comparado com diferentes culturas. Há um texto budista, muito antigo, que conta sobre o comportamento de um monge contemporâneo do Buda que se assemelha muito a uma compulsão, ele tinha que varrer o monastério durante a maior parte do seu tempo e essa atividade tinha prioridade sobre qualquer outra. Semelhente a esse caso, existem também em outras culturas, textos, contos e relatos antigos, que atualmente são facilmente diagnósticado como TOC ( SILVA e RACHMAN, 1992 )&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo TORRES e SMAIRA (1993), a predominância de mulheres com TOC, que aperece nos dados clínicos e etiológicos, não significa que há mais mulheres do que homens com este transtorno, e sim que elas buscam tratamento mais facilmente, por se tratar de sintomas de ordem emocional, problemas que culturalmente é melhor aceito no sexo feminino; e esses dados são obtidos a partir daquelas pessoas que estão em tratamento&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-2990019558711059731?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/2990019558711059731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/transtorno-obsessivo-compulsivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/2990019558711059731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/2990019558711059731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/transtorno-obsessivo-compulsivo.html' title='transtorno Obsessivo Compulsivo'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-4853323769408397772</id><published>2011-08-06T08:13:00.001-07:00</published><updated>2011-08-06T08:13:11.782-07:00</updated><title type='text'>Psicologia Jurídica ou Psicologia Forense</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Psicologia Jurídica ou &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/?s=psicologia+forense"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;Psicologia Forense&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; é um ramo da Psicologia que estuda o comportamento delituoso do ser humano, observando o cumprimento da pena imposta ao infrator (Silva, 2003).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/psicologia-juridica-e-psicologia-forense-como-e-o-campo-de-atuacao-do-psicologo-juridico-ou-psicologo-forense/2504/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;psicólogo jurídico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; é nomeado segundo critérios de provas em concursos públicos e de títulos ou especializações, pós-graduação e experiência profissional (Silva, 2003).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Juiz nomeia um &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/psicologia-forense-sindrome-da-alienacao-parental-pesquisa-cientifica/1908/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;perito&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; que é um psicólogo especializado na área jurídica e concursado para&amp;nbsp; acompanhar as questões trazidas à Justiça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As partes ou uma das partes do processo pode solicitar ou indicar um psicólogo&amp;nbsp; que é&amp;nbsp; denominado de assistente técnico, profissional igualmente habilitado, de sua confiança&amp;nbsp; para exercer funções idênticas às do perito e para auxiliar no esclarecimento e defesa dos seus interesses no litígio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ampliando esta conceituação, Neto (1998) aponta que o assistente técnico é o auxiliar de uma das partes e através do seu parecer tem obrigação de acatar, criticar ou complementar o laudo do perito oficial cabendo ao Juiz analisar seus argumentos, podendo fundamentar sua decisão também nesse parecer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Shine e Ramos (1994) afirmam que o assistente técnico é um psicólogo contratado e autônomo, sendo pago pela parte contratante que quer reafirmar a defesa da sua causa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Silva (2003) ainda discute que a função do assistente técnico é de desqualificar&amp;nbsp; qualquer informação que contrarie o contratante. Por esse motivo o psicólogo perito oficial normalmente tem&amp;nbsp; um relacionamento&amp;nbsp; distante do psicólogo assistente técnico por considerá-lo como uma&amp;nbsp; ameaça. É necessário acrescentar que nem sempre isso acontece, principalmente se o laudo pericial estiver com objetivo claro e bem definido, ético e conclusão coerente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Instituto de Pesquisa e Opinião e Mercado realizou para o Conselho Federal de Psicologia (CFP), em dezembro de 2000, uma pesquisa entre os psicólogos cadastrados num total de 1200 (mil e duzentos) participantes, distribuídos por região, cada uma contando com 80 psicólogos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dos entrevistados, apenas 75,1% (901 psicólogos) estavam em pleno exercício da profissão de Psicologia e desses, apenas 2,5% (23 psicólogos) atuavam na área de Psicologia Jurídica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em uma outra pesquisa realizada por Fonseca (2004), foram entrevistados 41 profissionais&amp;nbsp; de Psicologia&amp;nbsp; formados entre 4 e 5 anos numa universidade&amp;nbsp; da zona sul de São Paulo. Dos que estavam trabalhando na área, apenas 3,45% dos psicólogos atuavam na área da Psicologia Jurídica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora essas porcentagens estejam em índices menores que 3,5%, a Psicologia Jurídica é uma área existente enquanto possibilidade de atuação do profissional de Psicologia e acreditamos que necessita ser mais divulgada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-4853323769408397772?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/4853323769408397772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/psicologia-juridica-ou-psicologia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/4853323769408397772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/4853323769408397772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/psicologia-juridica-ou-psicologia.html' title='Psicologia Jurídica ou Psicologia Forense'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-300529227276603102</id><published>2011-08-06T08:12:00.000-07:00</published><updated>2011-08-06T08:12:01.303-07:00</updated><title type='text'>Psicologia Jurídica e Psicologia Forense</title><content type='html'>Psicologia Jurídica e Psicologia Forense&lt;br /&gt;Tipo de &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/personalidade-do-estuprador-tipos-de-estupradores-e-comportamentos-de-violencia-sexual/2689/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;Personalidade Violenta&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;: Agressão e abuso sexual: Perfil do Estuprador&lt;br /&gt;O abuso sexual e o estupro são violências consideradas crime de alta periculosidade.&lt;br /&gt;Veja sobre &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/teste-psicologico-para-depressao/1138/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;testes psicológicos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/teste-de-personalidade-denominado-big-five-%E2%80%93-modelo-dos-cinco-grande-fatores-na-avaliacao-da-personalidade/1963/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;teste de personalidade&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/psicologia-forense-e-psicologia-juridica-a-questao-do-menor-infrator-e-a-convivencia-social/2642/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;Psicologia Forense&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e Psicologia Jurídica são áreas da Psicologia que permite investigar e considerar os aspectos de personalidade dos agentes criminosos e com isso auxiliar no julgamento e na aplicação de leis que possam inibir tais crimes.&lt;br /&gt;Por meio de estudos de personalidade foi possível estabelecer alguns padrões de comportamentos e atitudes de criminosos que podem ajudar a identificar potenciais sujeitos agressivos e violentos.&lt;br /&gt;Alguns destes perfis podem ser conhecidos por este site. Abaixo segue dois perfis de pessoas com comportamentos violentos sexualmente e as articulações que utilizam na abordagem das vitimas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perfil de personalidade: Estuprador Afirmador de poder (explorador)&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Estupro expressa sua virilidade e superioridade.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;“É isso o que homens de verdade fazem com mulheres”. Humilha e usa linguagem ofensiva e abusiva.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estupro como ato predatório.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A agressão serve para submeter a vítima e torná-la obediente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não se preocupa com o bem estar da vítima. Ela está lá para servi-lo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tem problemas domésticos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Série de casamentos desfeitos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;É bem vestido e arrumado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Freqüenta bares e vende a imagem de machão.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ocupação tradicionalmente masculina (construção civil, motoboy).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Comportamentos durante o estupro:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Seleciona suas vítimas em bares.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tem ejaculação retardada.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ataque é uma mistura de violência física e verbal. Dá instruções sexuais, comandos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Se a vítima resistir, vai aumentar a força para submetê-la.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Morde, belisca, puxa, empurra, aperta a vítima.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Arranca ou rasga suas roupas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ataques a cada 20 ou 25 dias.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sexo vaginal, oral e anal.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ataque brutal.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não esconde sua identidade com máscaras ou outros truques.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não manterá registro dos ataques.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Escolhe locais convenientes e seguros.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Perfil de personalidade: Estuprador Sádico&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;É o tipo mais perigoso.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tem fantasias sexuais agressivas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Seu propósito é infligir dor física e psicológica em sua vítima.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;É comum ter personalidade anti-social.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não suportam críticas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Gratificação sexual x agressão.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Erotiza agressão e violência.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A maioria sofreu abusos na infância ou teve mãe/pai com desvios sexuais.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pode ser casado e considerado homem de família.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Em geral tem profissão de colarinho branco.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Compulsivo quanto à aparência pessoal e seu veículo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;É inteligente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não tem antecedentes criminais.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Hábil em escapar da polícia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Planeja seus estupros com extremo cuidado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Difícil de ser identificado e preso.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Comportamento do estuprador durante o estupro&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Quer machucar a vítima.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vai um dia começar a matar.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Seleciona a vítima.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estupra em local onde controla a ação, mas longe de casa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Aterroriza a vítima.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Usa mordaça, algemas, fita adesiva, vendas nos olhos para aumentar o medo da vítima.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Usa linguagem degradante.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vítimas tem de falar certas palavras ou frases para excitá-lo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Antes de tudo, exige sexo oral.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Morde e insere objetos na vagina e ânus da vítima.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ejaculação retardada. &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Leva kit estupro. Pode até filmar a agressão.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não sente remorso.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Aumenta a agressividade a cada estupro.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pode se transformar em um serial killer.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-300529227276603102?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/300529227276603102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/psicologia-juridica-e-psicologia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/300529227276603102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/300529227276603102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/psicologia-juridica-e-psicologia.html' title='Psicologia Jurídica e Psicologia Forense'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-6781935611199480698</id><published>2011-08-06T08:11:00.000-07:00</published><updated>2011-08-06T08:11:04.041-07:00</updated><title type='text'>Fobia social: como entender os comportamentos do fóbico social</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fobia social: como entender os comportamentos do fóbico social:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Os comportamentos decorrentes da fobia social são o medo e ansiedade exagerados produzidos por situações sociais, considerando o nervosismo e a sensação de timidez; os sintomas fisiológicos; os pensamentos negativos e auto-depreciativos; e a percepção do fóbico social focada nos sintomas físicos eliciados pelas situações ansiogênicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Outro padrão comportamental próprio de indivíduos que sofrem de transtornos de ansiedade é a esquiva fóbica, que é caracterizada pela emissão de respostas que venham a diminuir ou extinguir o contato com o estímulo aversivo, podendo ser dividida em esquiva – comportamento que posterga o contato com o estímulo aversivo – e fuga – comportamento emitido depois de estar em contato com o estimulo aversivo, eliminando-o ou diminuindo sua intensidade. No caso da fobia social, esse tipo de comportamento ocorre em indivíduos que contratam professores particulares ao invés de ir à escola, ou mudar a trajetória do caminho que está fazendo para evitar o contato com um grupo de conhecidos, indivíduos que se locomovem apenas com carros alugados ou taxis, evitando o uso de transportes coletivos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;O Psicólogo ou analista do comportamento para entender o comportamento-problema do paciente, deve entender quais a variáveis que estão mantendo o comportamento no momento da queixa – microanálise – e se faça uma pesquisa sobre as contingências que levaram ao surgimento desse comportamento, englobando a história de reforçamentos e condicionamentos do sujeito em questão – macroanálise. Essa microanálise ocorrerá durante a terapia e é nessa contingência que o terapeuta procurará interferir de modo a modificar os comportamentos indesejados, instaurando um novo repertório de comportamentos e, na medida do possível, modificando os contextos nos quais esses tipos de comportamentos são emitidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-6781935611199480698?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/6781935611199480698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/fobia-social-como-entender-os.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/6781935611199480698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/6781935611199480698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/fobia-social-como-entender-os.html' title='Fobia social: como entender os comportamentos do fóbico social'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-5662974932600368454</id><published>2011-08-06T08:10:00.001-07:00</published><updated>2011-08-06T08:10:13.201-07:00</updated><title type='text'>Depressão na mulher após o nascimento do bebê: Depressão puerperal</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Conforme observações de&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Winnicott (1988), existe uma relação idealizada do filho imaginário, que terá todas as qualidades e que amará sua mãe, afirma que&lt;span&gt; &lt;/span&gt;“o filho imaginário é, portanto, investido pela mulher de uma projeção narcisista considerável, é um outro-ela-mesma satisfatório, é um filho como a sua própria mãe havia sonhado ter, mas como ela mesma não foi”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Após o nascimento, ocorre uma confrontação entre o bebê idealizado e o bebê real que pode ser uma cópia decepcionante, a criança real se apresenta em toda a sua debilidade e a mãe deve fazer o trabalho de luto do filho imaginário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Ocorre também a sensação de esvaziamento, após o nascimento do bebê a mãe&lt;span&gt; &lt;/span&gt;se sente vazia e o bebê por sua vez se sente desprotegido, por esse motivo é muito importante a proximidade dos dois, para que a mãe possa diminuir a sensação de esvaziamento e o bebê possa buscar segurança com a mãe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Outro aspecto importante observado pelo autor são as ansiedade relativas à lactação, por tratar-se de uma forma de relação mãe-filho. A mulher vai responder de maneira particular frente a maneira de seu filho sugar, as fantasias irão surgir segundo características pessoais de cada mulher. Por exemplo: um bebê que suga decididamente pode causar alegria para mãe ou assustá-la com um modo de ser que lhe é desconhecido e para o qual não está preparada. Se a mãe se sente assustada o bebê vai sentir isso e pode ficar agitado, causando assim um circulo vicioso de angústia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Se o bebê pega o seio e adormece de imediato pode suscitar na mãe um sentimento de&lt;span&gt; &lt;/span&gt;rejeição, de que o seio que se oferece é desprezado e considerado inútil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;O longo desses capítulos fomos descrevendo os aspectos psicológicos da gravidez e do puerpério. Nos concentraremos agora nas conseqüências de um mau puerpério, ou seja, na depressão puerperal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoHeading7" style="text-align: justify;"&gt;Depressão Puerperal&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;A depressão puerperal é classificada pelos psiquiatras como um grupo de perturbações mentais severas constituídas de uma importante alteração do teste de realidade, manifestando-se através de idéias delirantes, alucinações, alterações de humor e, freqüentemente abaixamento do nível de consciência. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-5662974932600368454?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/5662974932600368454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/depressao-na-mulher-apos-o-nascimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/5662974932600368454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/5662974932600368454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/depressao-na-mulher-apos-o-nascimento.html' title='Depressão na mulher após o nascimento do bebê: Depressão puerperal'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-5938883040213099600</id><published>2011-08-06T08:09:00.001-07:00</published><updated>2011-08-06T08:09:14.243-07:00</updated><title type='text'>Como ocorre o estresse</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O estresse se refere a um padrão de resposta definido, claro e eletroquímico no corpo humano, aos agentes estressores. Estes quebram a homeostase interna do organismo, exigindo alguma adaptação Albrecht (1990 p.53).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O hipotálamo, contíguo com a hipófise, secreta substâncias conhecidas por neuro-hormônios, como é o caso, entre outros, da dopamina, da norepinefrina e do fator liberador da corticotrofina (CRF), sítio cerebral responsável pelo conjunto de respostas orgânicas aos agentes estressores. Uma das principais ações da hipófise durante o estresse se faz sentir nas glândulas supra-renais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O hipotálamo, produzindo o CRF, estimula a hipófise para aumentar a produção do ACTH (Hormônio adrenocorticotrópico), o qual por sua vez, promove o aumento na liberação dos hormônios da supra-renal, que são os corticóides e as catecolaminas. Estes são de fundamental importância na resposta fisiológica ao estresse. O aumento na produção desses hormônios pelas supra-renais é o principal indicador biológico da resposta ao estresse.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os níveis aumentados de corticóides influenciam o sistema imunológico inibindo as respostas inflamatórias, afetando essencialmente a função das células.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Temporariamente esta inibição da imunológica parece ser benéfica, tendo em vista diminuir a intensidade das reações inflamatórias aos agentes de estresse.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além dos corticóides (cortisona) e catecolaminas (adrenalina) das supra-renais, outros hormônios participam da revolução orgânica do estresse. O ACTH, a vasopressina, a prolactina, o hormônio somatotrófico (GH), o hormônio estimulador da tireóide (TSH), que são hipofisários, também atuam sobre o sistema imunológico por meio de receptores específicos nas células linfóides. Para compreender melhor os mecanismos hormonais do estresse, é importante saber que esses hormônios são também produzidos, em pequenas quantidades, por linfócitos (Albrecht 1990,p.56).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outras substâncias produzidas por linfócitos e que participam ativamente das reações de estresse são as linfocinas e monocinas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Albrecht (1990) essas substâncias são secretadas por células linfóides e macrófagos, e são dotadas da capacidade de amplificar a inflamação produzida pelas reações imunológicas. Algumas dessas linfocinas e monocinas podem influenciar glândulas na liberação de alguns hormônios, como é o caso da Interleucina 1, que volta a estimular a hipófise na&amp;nbsp; liberação de ACTH.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diversos outros produtos inflamatórios, como prostaglandinas, leucotrienos, tromboxanes, e outros, produzidos nas mais variadas células, linfóides ou não, desempenham alguma influência sobre o sistema imunológico. Eles atuam sobre os linfócitos T e macrófagos, estimulando-os ou inibindo-os na reação ao estresse ( Albrecht, 1990) .&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além desses hormônios e neuro-hormônios produzidos pelas supra-renais, linfócitos e hipotálamo, acredita-se, atualmente, no importante papel dos neuropeptídeos na regulação, transmissão e execução das ações do sistema nervoso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Albrecht (1990) são classificadas como proteínas liberadas a partir de terminações nervosas em diversos órgãos, incluindo o hipotálamo, e também por células linfóides.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns desses peptídeos, como a betaendorfina, a encefalinametionina, a substância P, o peptídeo intestinal vasoativo e a somatomedina, dependendo de determinadas condições, parecem inibir ou estimular células linfóides diversas, participantes do processo de resposta ao estresse.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-5938883040213099600?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/5938883040213099600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/como-ocorre-o-estresse.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/5938883040213099600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/5938883040213099600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/como-ocorre-o-estresse.html' title='Como ocorre o estresse'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-5265483537260039687</id><published>2011-08-06T08:08:00.001-07:00</published><updated>2011-08-06T08:08:33.981-07:00</updated><title type='text'>O que é assertividade? Comportamento assertivo e habilidades sociais nos relacionamentos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dificuldades de falar em publico, &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/a-baixa-auto-estima-e-a-inseguranca-dificuldades-de-relacionamento-inseguranca-ciumes-e-autoconceito-desfavoravel/2270/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;fobia social&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e falta de habilidades sociais que provoca a &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/medo-de-falar-com-as-pessoas-medo-de-sair-na-rua-fobia-social/2004/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;timidez&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, o isolamento e o afastamento social.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/o-poder-da-persuasao-%E2%80%93-como-aprender-a-convencer-e-influenciar-as-pessoas/1594/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;Habilidades sociais&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e comportamento assertivo, &lt;a href="http://www.psicologiananet.com.br/teste-psicologico-para-autismo-%E2%80%93-teste-psicologico-para-sindrome-de-asperg/1073/"&gt;&lt;span style="color: #00749e;"&gt;técnicas de assertividade&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e treino em habilidades sociais são formas de lidar e ganhar recursos para enfrentar e eliminar as dificuldades sociais como a timidez, e a fobia social.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O termo “comportamento assertivo”, que posteriormente seria sinônimo de Habilidade Social, foi utilizado pela primeira vez por Wolpe em 1958, referindo-se não apenas ao comportamento mais ou menos agressivo, mas a expressões de sentimentos como a&amp;nbsp; amizade e o carinho. Wolpe dedicou-se ao estudo da expressão dos sentimentos negativos, enfatizados como expressões de fadiga e aborrecimentos. Durante muito tempo o comportamento assertivo esteve ligado a que se aplicasse à defesa dos direitos e a expressão de sentimentos negativos (Caballo, 1996).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As pesquisas iniciais que impulsionaram o crescimento de trabalhos e publicações sobre o comportamento assertivo são atribuídas a Wolpe em 1969 e Lazarus em 1971 (Caballo , 1996).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas décadas de 80 e 90 surge o Treinamento em Habilidades Sociais (THS), sendo o campo de investigação e aplicação do conhecimento psicológico sobre o desempenho social (Argyle 1967, apud Falcone, 2000a).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na atualidade, o campo teórico-prático das habilidades sociais constitui-se como uma área de produção de conhecimentos psicológicos necessários para avaliar desempenhos socialmente efetivos e apropriados. Iniciado e estabelecido desde a década de 30, o campo das Habilidades Sociais foi se consolidando a partir das contribuições de abordagens comportamentais e sócio-cognitivas (Del Prette e Del Prette, 1998).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem diversos problemas na hora de definir o que é um comportamento socialmente habilidoso, muitas são as definições encontradas, não havendo uma unanimidade sobre o que se pode considerar um comportamento socialmente habilidoso (Caballo , 1996).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Uma habilidade pode ser definida como uma atividade organizada, coordenada, em relação a um objeto ou uma situação que implica numa cadeia de mecanismos sensoriais, centrais e motores. Uma de suas características principais é que a atuação, ou seqüência de atos, encontra-se continuamente sob o controle da entrada de informação sensorial” (Argyle e Kendon 1967, apud Caballo, 1996, pg 363).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Comportamento assertivo refere-se à habilidade de expressar sentimentos e desejos de forma honesta, direta e apropriada, sem violar os direitos dos outros” ( Lange e Jakuboski, apud Falcone, 2000a, pg 50).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Meichenbaum, Butler e Grudson (1981, apud Caballo, 1996) afirmam que é impossível desenvolver uma definição consistente de Habilidade Social, sendo que esta é parcialmente dependente do contexto, que é mutável. A habilidade social deve ser considerada dentro de um determinado marco cultural, dentro dos padrões de comunicação que variam amplamente entre culturas e dentro de uma mesma cultura, dependendo de fatores como idade, sexo, classe social e educação. Além disso o grau de efetividade de uma pessoa dependerá do que ela deseja conseguir na situação particular em que se encontre, pois um comportamento considerado apropriado em uma situação pode ser impróprio em outra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Falcone (1999), atualmente diversas pesquisas sobre efeitos sociais da empatia sugere que essa habilidade social é mais útil do que a manutenção da qualidade dos relacionamentos. A empatia gera efeitos sociais importantes como a popularidade com os amigos, satisfação em relações românticas, ajuda a desenvolver habilidades de enfrentamento, e reduz problemas emocionais e psicossomáticos com amigos e familiares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Caballo (1996), o comportamento socialmente habilidoso é o conjunto de comportamentos emitidos por um indivíduo em um contexto interpessoal que expressa os sentimentos, atitudes, desejos, opiniões ou direitos desse indivíduo, de um modo adequado a situação, respeitando esses comportamentos nos demais, e que geralmente resolve os problemas imediatos da situação enquanto minimiza a probabilidades de futuros problemas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Del Prette e Del Prette (1999b), apresentam três componentes das habilidades sociais, os cognitivos–afetivos, os fisiológicos e os comportamentais, que se subdividem em verbais de conteúdo, verbais de forma e não verbais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os conhecimentos prévios sobre a cultura e o ambiente, sobre os papéis sociais e sobre si próprio, as expectativas e crenças como planos e metas, os valores, padrões de realizações, auto conceitos, auto-eficácia, estratégias e habilidades de processamento, como decodificação, resolução dos problemas, auto-observação, instrução e empatia, são os principais componentes das Habilidades Sociais Cognitivos – afetivos (Del Prette e Del Prette, 1999b).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-5265483537260039687?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/5265483537260039687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/o-que-e-assertividade-comportamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/5265483537260039687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/5265483537260039687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/08/o-que-e-assertividade-comportamento.html' title='O que é assertividade? Comportamento assertivo e habilidades sociais nos relacionamentos'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-8564075581913216359</id><published>2011-07-21T09:02:00.000-07:00</published><updated>2011-07-21T09:02:05.795-07:00</updated><title type='text'>Eu a psicanalise</title><content type='html'>Quando comecei a estudar psicanalise acreditava que tudo seria resolvido. Meus medos minhas angustias meus dilemas. Mais tarde percebi, que estas situações não sumiam mas eu já sabia lidar com elas. Dois com o passar dos dias, dos meses entendi que tudo fazia parte de mim, mas que não era eu. Assim hoje vivo bem porque sei que eu sou mais forte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-8564075581913216359?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/8564075581913216359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/eu-psicanalise.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/8564075581913216359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/8564075581913216359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/eu-psicanalise.html' title='Eu a psicanalise'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-5554494209765890036</id><published>2011-07-21T09:00:00.001-07:00</published><updated>2011-07-21T09:00:30.346-07:00</updated><title type='text'>Coisas da alma</title><content type='html'>&lt;script type="text/javascript"&gt; addthis.button('#addthis-compartilhe-varios-1', {}, {url: "http://vilamulher.terra.com.br/fernandatomaz/psicanalisemecanismos-emocionalreeducar-para-a-felicidade-9-5245767-88608-pfi.php", title: "Psicanálise*Mecanismos Emocional*Reeducar Para a Felicidade"});&lt;/script&gt; &lt;div class="data"&gt;&lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;   if(document.referrer.indexOf('especial-') &gt; -1) {    if (document.referrer.indexOf('especial-pyridium') &gt; -1) {      OAS_AD('x44');    }    else    if (document.referrer.indexOf('especial-unilever') &gt; -1) {      OAS_AD('x12');    }    else    if (document.referrer.indexOf('especial-amar-melhor') &gt; -1) {     document.write('&lt;a href="http://vilamulher.terra.com.br/amor-e-sexo/especial-amar-melhor.php"&gt;&lt;img src="http://vmulher4.vila.to/sistema/ky/573x94_ky_vilamulhber_18kb.gif" width="573" height="94" /&gt;&lt;/a&gt;');    }    else    if (document.referrer.indexOf('especial-mulheres-ao-volante') &gt; -1) {     OAS_AD('x92');    }    else    if (document.referrer.indexOf('especial-cuidese-bem-oboticario') &gt; -1) {     document.write('&lt;a href="http://vilamulher.terra.com.br/beleza/especial-cuidese-bem-oboticario.php"&gt;&lt;img src="http://vmulher4.vila.to/sistema/oboticario/barra_esp_oboticario.jpg" width="574" height="94" /&gt;&lt;/a&gt;');    }    else    if (document.referrer.indexOf('especial-verao-vilamulher') &gt; -1) {     document.write('&lt;a href="http://vilamulher.terra.com.br/comunidade/especial-verao-vilamulher.php"&gt;&lt;img src="http://vmulher4.vila.to/sistema/verao_vilamulher/barra_materias.jpg" width="573" height="93" /&gt;&lt;/a&gt;');    }    else    if ((document.referrer.indexOf('especial-spfw2010') &gt; -1) || (document.location.search.indexOf('origem=boletim-spfw-100118') &gt; -1) || (document.location.search.indexOf('origem=boletim-spfw-100122') &gt; -1)) {     document.write('&lt;a href="http://vilamulher.terra.com.br/moda/especial-spfw2010.php"&gt;&lt;img src="http://vmulher4.vila.to/sistema/spfw2010/topo_materia_spfw.gif" width="573" height="93" /&gt;&lt;/a&gt;');    }    else    if (document.referrer.indexOf('especial-spfw2011') &gt; -1) {     document.write('&lt;a href="http://vilamulher.terra.com.br/moda/especial-spfw2011.php"&gt;&lt;img src="http://vmulher4.vila.to/sistema/especiais/spfw/spfw2011/barra_materia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;');    }    else    if (document.referrer.indexOf('especial-apimentadas') &gt; -1) {     document.write('&lt;a href="http://vilamulher.terra.com.br/amor-e-sexo/especial-apimentadas.php"&gt;&lt;img src="http://vmulher4.vila.to/sistema/especiais/apimentadas/barra_materia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;');    }    else    if (document.referrer.indexOf('especial-dia-dos-namorados') &gt; -1) {     document.write('&lt;a href="http://vilamulher.terra.com.br/comunidade/especial-dia-dos-namorados.php"&gt;&lt;img src="http://vmulher4.vila.to/sistema/especiais/namorados/barra_materia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;');    }    else    if (document.referrer.indexOf('especial-noivas') &gt; -1) {     document.write('&lt;a href="http://vilamulher.terra.com.br/comunidade/especial-noivas.php"&gt;&lt;img src="http://vmulher4.vila.to/sistema/especiais/noivas/barra_materia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;');    }    else    if (document.referrer.indexOf('especial-inverno2010') &gt; -1) {     document.write('&lt;a href="http://vilamulher.terra.com.br/comunidade/especial-inverno2010.php"&gt;&lt;img src="http://vmulher4.vila.to/sistema/especiais/inverno2010/barra_materia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;');    }    else    if (document.referrer.indexOf('especial-beleza') &gt; -1) {     document.write('&lt;a href="http://vilamulher.terra.com.br/beleza/especial-beleza.php"&gt;&lt;img src="http://vmulher4.vila.to/sistema/especiais/beleza/especialbeleza_topo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;');    }    else    if (document.referrer.indexOf('especial-aceleradas-com-pirelli') &gt; -1) {     document.write('&lt;a href="http://vilamulher.terra.com.br/compras/especial-aceleradas-com-pirelli.php"&gt;&lt;img src="http://vmulher4.vila.to/sistema/especiais/pirelli/topo-materias.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;');    }    else    if (document.referrer.indexOf('especial-pyridium') &gt; -1) {     document.write('&lt;a href="http://vilamulher.terra.com.br/qualidade-de-vida/especial-pyridium.php"&gt;&lt;img src="http://vmulher4.vila.to/sistema/especiais/pyridium/topo-materias.gif" /&gt;&lt;/a&gt;');    }   }   &lt;/script&gt;&lt;a href="http://vilamulher.terra.com.br/comunidade/mostra-frame.php?url=http%3A%2F%2F4.bp.blogspot.com%2F_8M_bGNrLeGo%2FTCZ5DBcvKOI%2FAAAAAAAAASA%2FCX5GK-GNF94%2Fs1600%2FPlasticidade.jpg" rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" src="http://imagem05.vilamulher.terra.com.br/interacao/5245767/psicanalise-mecanismos-emocional-reeducar-para-a-felicidade-88608-1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os que buscam a Felicidade no vício,na vaidade ou na desordem,terão que começar por endereçar suas vidas para o caminho do dever e da virtude.&lt;br /&gt;Quero ajudar aos de boa vontade que,apesar de caminharem pela estrada verdadeira,não são felizes como deveriam ser,por não saberem manejar convenientemente os MECANISMOS PSÍQUICOS que dariam unidade e plenitude de vida no momento presente.&lt;br /&gt;Uns não possuem nitidez e precisão naquilo que percebem pelos sentidos;não percebem com exatidão o que vêem ou fazem;não deixam entrar em si a paz e alegria das sensações conscientes,nem do prezer estético.Outros,por excessivas propensão 'a fadiga,ou por divagação mental,não conseguem repouso e profundidade em seus pensamentos,carecendo do prazer e da eficiência que um trabalho MENTAL ORDENADO lhes daria.&lt;br /&gt;A outros domina a indecisão e a inconstância:não sabem utilizar a FORÇA IMENSA de sua VONTADE.Finalmente,muitíssimos outros sentem antipatias e repugnâncias,atrações e inclinações que dominam ou arrastam para além do dever.Ou têm tristezas,temores ou desgostos exagerados.O Mecanismo Emocional falha.&lt;br /&gt;Este cansaço,debilidade ou mal estar não são mera imaginação do cliente.São uma enfermidade real e penosa,não sendo porém primordialmente orgânica e sim psíquica ou psicossomática.&lt;br /&gt;Algumas moléstias psíquicas ou psicossomáticas:Sintomas:&lt;br /&gt;SOMÁTICOS:Capacete de calor,peso ou dor na testa ou na cabeça;tensão muscular com pouco ou nenhum relaxamento,nervosismo na vigília e ao querer dormir,despertar duramte a noite com impossibilidade de conciliar o sono,sensação de cansaço e ameaça de vertigem,rubor exagerado e sem motivo,dificuldade de falar em público,hipersensibilidade auditiva,transtornos respiratórios,digestão,circulação,etc.&lt;br /&gt;PSÍQUICOS:&lt;br /&gt;Nas imagens ou idéias:&lt;br /&gt;Idéias fixas (em geral deprimentes): &lt;br /&gt;De desânimo,escrupulo,perseguição,temor,preocupações,etc.&lt;br /&gt;Correntes de idéias (sem freio) para detê-las ou canalizá-las:&lt;br /&gt;Impressões do dia que passam pela mente como num filme,distrações contínuas,dificuldade em fixar a atenção,diminuição ou perda da memória.&lt;br /&gt;Na Consciência (psicológica não moral):&lt;br /&gt;Falta de objetividade,de nitidez de consciência e de respostas adequadas 'as impressões.&lt;br /&gt;A vítima sai da realidade e da sociedade,engolfando-se em seu egocentrismo.&lt;br /&gt;Não vive nem goza o Presente;não atende nem se dá conta clara do que vê ou ouve.Vive no passado ou no futuro,longe do lugar em que se encontra,enredado em tristezas,escrúpulos ou preocupações.Sonha acordado.Vida exageradamente subjetiva.&lt;br /&gt;Na Afetividade:&lt;br /&gt;Impressionalidade,irritabilidade,temores ou desejos excessivos e persistentes.Desgostos,ansiedade,sentimentos alternados de tristezas ou alegria,de paz ou pertubação,ânimo ou desalento.Sem causa objetiva.Suas idéias e sentimentos não lhe obedecem.&lt;br /&gt;Na Vontade:&lt;br /&gt;Indecisão,abulia,instabilidade,inscontância.A pessoa procede por impulsos,não por deliberação.Como consequência,sentimento de inferioridade ou de impotência e fobia variadíssimas.&lt;br /&gt;Em outras palavras:dualidade penosa e atividade desenfreada,perda do domínio própio.&lt;br /&gt;Para governar os sentimentos é necessário dominar os atos e as idéias,pois a idéia precede e inclina para o ato e os atos e as idéias modificam os sentimentos.&lt;br /&gt;Os sentimentos são uma força anárquica,como o vapor da locomotiva.Nossas idéias e nossa vontade são o maquinista que os utiliza e dirige.&lt;br /&gt;Quantas pessoas Querem,ou lhe parece Querer!!!No entanto,não executam seus propósitos,porque de fato não realizam atos VOLITIVOS:Não sabem utilizar essa força imensa que chamamos "VONTADE".&lt;br /&gt;Aprender ou Reaprender controlar as idéias,para que as energias não se esgotem por falta de UNIDADE PSÍQUICA.&lt;br /&gt;Reeducar a Receptividade,esforçando-se por ter Sensações e Atos Conscientes e Voluntários,com o descanso e a paz que daí resultam.&lt;br /&gt;Conseguir o Domínio dos Pensamentos,de coisas sensíveis,concretas ou abstratas,até chegar a Pensar quando Quisermos e no que Quisermos,e a desviar a atenção do que nos incomoda ou prejudica,Reeducando para isto a EMISSIVIDADE INTELECTUAL.&lt;br /&gt;Poder pensar clara e livremente na AÇÃO que projetamos e nos motivos ou bens que com ela pretendemos,poder Querê-la de verdade e passar a execução ainda sob a repugnância ou temor subconsciente!!!&lt;br /&gt;E com o Pensamento e a Vontade dominados,poderemos modificar e controlar os Sentimentos e Emoções.SER SENHORES DE NÓS MESMOS.&lt;br /&gt;(fontes:Controle Cerebral E Emocional*Narciso Irala)&lt;br /&gt;Provérbio Chinês:&lt;br /&gt;Um Caminho.......se não o percorres,nunca o findarás.&lt;br /&gt;Um Negócio.........se o deixares,não prosperará.&lt;br /&gt;Um Homem..........se não o educares,não será bom.&lt;br /&gt;Um Sino...............se não o tocares,nunca soará.&lt;br /&gt;Consulte um Psicanalista-Terapeuta Holístico*Ele está capacitado para equilibrar sua Saúde Física,Mental e Espiritual!!!&lt;br /&gt;COISAS D'ALMA&lt;br /&gt;nosso eu interior&lt;br /&gt;Fernanda Tomaz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-5554494209765890036?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/5554494209765890036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/coisas-da-alma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/5554494209765890036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/5554494209765890036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/coisas-da-alma.html' title='Coisas da alma'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-7601604338588009135</id><published>2011-07-21T08:58:00.000-07:00</published><updated>2011-07-21T08:58:01.646-07:00</updated><title type='text'>Psicanálise: Édipo e Anti-Édipo, a Constituição de Um Novo Saber Psicanalítico</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;Psicanálise: Édipo e Anti-Édipo, a Constituição de Um Novo Saber Psicanalítico &lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header"&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-9043045936565192332"&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mQInwBGzoYU/S-dcQcD3_5I/AAAAAAAAAEs/4ILRjqab030/s1600/Image217.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="188" src="http://2.bp.blogspot.com/_mQInwBGzoYU/S-dcQcD3_5I/AAAAAAAAAEs/4ILRjqab030/s200/Image217.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Psicanálise: Édipo e Anti-Édipo, a Constituição de Um Novo Saber Psicanalítico&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Os debates acerca da obra &lt;i&gt;O Anti-Édipo&lt;/i&gt;, escrita pelo filósofo francês Gilles Deleuze em conjunto com o psicanalista Félix Guattari, a partir daquilo que eles irão chamar de agenciamento a dois, não encerram as possibilidades de agenciamentos e de criação incessantes; a cada momento, nos apercebemos em questionamentos e problemáticas complexas e profundas, que nos causa, é verdade, um reboliço cômico que nos impele a criar e a agenciar com essa obra seguindo por solavancos, desconfortos, pancadas, ao mesmo tempo em que somos tomados por uma incomensurável sensação de abertura – conseguimos respirar melhor. É claro, que num primeiro momento de contato com a obra (eu diria já ao lermos o seu título), pensamos que se trata, apenas, de um livro de oposição, que ousa, tão somente, contrariar aquilo que constitui a base de toda psicanálise "que se preze": o complexo de Édipo e tudo que daí deriva. Bem, acontece que já em seu título, devemos identificar aquilo mesmo que torna essa obra tão ímpar: ela provoca, instiga, causa-nos indignação etc. Assim, não cabe precipitar-se no que num primeiro olhar pouco preciso, é-nos revelado, mas enveredar-nos na trama do livro, até sabermos, de certo, com o que estamos lidando.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Lembro-me das palavras de um entrevistador do filósofo - bem, confesso, não me recordo bem se era um entrevistador ou outra coisa, mas, de todo modo, sei bem o que se queria dizer, então, vamos ficar apenas com isso - que diz que esse livro convida, constantemente, os leitores à "saírem", à "fecharem a porta"; é isso, pois, o próprio caráter explosivo dessa obra tão fundamental, que nos leva a percorrer novos caminhos naquilo que chamamos psicanálise. Eu poderia enumerar diversos elementos que opõe as teses desse livro à psicanálise clássica, no entanto, definitivamente, é um livro que não se reduz à crítica vulgar e abobalhada, a saber, um livro que se resume no postulado "somos contra a psicanálise, por conseguinte, a suprimimos". Eu mesmo arriscaria outra fórmula: &lt;i&gt;O Anti-Édipo&lt;/i&gt; é um livro a favor da psicanálise, ele a redescobre, devolve-lhe aquilo que ela perdeu: o seu caráter revolucionário. O próprio Deleuze irá lamentar a postura dos pensadores de sua época, dizendo, em uma entrevista, o quanto se perde quando se limita, na produção filosófica, a fazer oposição, a odiar aquilo que se critica: &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;"Hoje, a doença das pessoas é que elas não sabem mais admirar; ou, então, são "contra", aferem tudo por seus parâmetros, e tagarelam, e escrutam. Não convém proceder assim; é preciso remontar os problemas que são formulados por um autor de gênio, para chegar àquilo que ele não diz no que diz, para daí extrair alguma coisa que ainda lhe devamos, embora com o risco de fazê-la voltar contra ele mesmo. É preciso ser inspirado, visitado pelos gênios que se denuncia."&lt;/i&gt; [&lt;b&gt;1&lt;/b&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Quanto a esse fato, podemos notar que D&amp;amp;G não irão fechar os olhos àquilo em que a psicanálise revolucionou. &lt;i&gt;In exemplis&lt;/i&gt;, D&amp;amp;G darão todo o crédito a Freud por ter separado, a partir da noção de pulsão, a vida instintiva do homem da vida pulsional. No entanto, com o adendo de que tal separação, de modo algum implica num rompimento radical com o instinto, mas, de outro modo, "&lt;i&gt;uma crítica a certa concepção científica do instinto como fixo, que não contemplaria a complexidade dos processos vitais em suas formas, mesmo as mais elementares&lt;/i&gt;" [&lt;b&gt;2&lt;/b&gt;]. Dir-se-á que Freud empreendeu um trabalho de rompimento com o determinismo biológico, com a concepção do homem que se constitui a partir de instintos absolutos e imutáveis, que não devem nada à construção existencial individual e coletiva. A própria noção de pulsão irá contribuir, no seu limiar, para a construção da noção do inconsciente maquínico deleuzo-guatarriano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;A lição que devemos tirar, primeiramente, é que não podemos colocar &lt;i&gt;O Anti-Édipo&lt;/i&gt; no rol das obras de oposição - se D&amp;amp;G irão questionar o fundamental da psicanálise clássica, é em nome de um ato criativo, de novas concepções daquilo que questionam (inconsciente enquanto fábrica e não enquanto teatro; desejo como construtivismo criativo e não como falta e castração, delírio-coletivo em oposição ao Édipo etc.). O leque de criações, aí, é extenso. &lt;i&gt;O Anti-Édipo&lt;/i&gt;, de modo algum, é uma oposição à psicanálise, mas sim, de oposição àquilo que, em Freud, é risível, e até mesmo insuficiente: Deleuze não se contentará com a teoria do inconsciente elaborada por Freud, e por isso irá apostar todas as suas fichas numa nova concepção do inconsciente (inconsciente maquínico). No &lt;i&gt;Abecedário&lt;/i&gt;, célebre entrevista com Deleuze, Deleuze dirá que, tanto ele como Guattari estão persuadidos, de tal modo pelas idéias construtivistas, que não sentem necessidade de modificar absolutamente nada sobre elas. &lt;i&gt;O Anti-Édipo&lt;/i&gt;, desse modo, constitui-se como uma corrente de ar fresco no interior da psicanálise, naquilo mesmo em que ela carecia de novas observações. O Anti-Édipo abalou os pilares da psicanálise, ele impôs a ela a criação... D&amp;amp;G se opõem menos à psicanálise que a Freud, mesmo que este tenha sido o seu fundador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Eu gostaria de, brevemente, trazer à baila um elemento da crítica deleuzo-guattariana à psicanálise clássica. Penso eu que isso auxiliará no entendimento dos processos críticos e produtivos que D&amp;amp;G empreenderão a fim de trazer os problemas do saber psicanalítico à luz, bem como saídas para tais problemas. Um grande motivo de críticas a Freud refere-se à lógica historicista engendrada em suas teses. A respeito do desejo, por exemplo, Freud dirá que o desejo remete, tão somente, ao teatro familiar ou privado. Freud, desse modo, irá excluir do discurso psicanalítico, todo e qualquer postulado que não remeta, inevitavelmente, ao primado edipiano: a tríade papai-mamãe-Édipo. D&amp;amp;G, desse modo, farão uma crítica radical às cadeias causais que a psicanálise estabelece, remetendo seus corolários, indiscriminadamente, a um passado traumático, obscuro e terrível, que retorna para assombrar o presente e fazê-lo ruir, bem como para esmagar a produção do futuro; nas palavras do próprio Deleuze: “&lt;i&gt;um desejo tão bizarro e tão “chocante” não pode valer por si próprio, é necessário que ele remeta às tetas da vaca, e por aí ao seio da mãe&lt;/i&gt;” [&lt;b&gt;3&lt;/b&gt;]. Daí decorre as conclusões deleuzo-guatarrianas de que a psicanálise nunca suportou o desejo, e que sempre que ela o tomou, foi para reduzi-lo e para fazê-lo dizer outra coisa. Com esse questionamento sobre as produções desejantes, D&amp;amp;G criarão uma nova concepção de desejo, para opô-la a velha e empoeirada noção edipiana e edipianizante, herança das teorias freudianas. Trata-se de expurgar do saber psicanalítico, aquilo que o condena, que o coloca numa péssima posição, e para isso, D&amp;amp;G criaram todo um novo repertório conceitual, terminológico, um novo &lt;i&gt;modus operandi&lt;/i&gt; na constituição de diagnósticos e análises patológicas. Antes que eles ousassem ir contra à psicanálise, eles buscaram “fazê-la de outro modo”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Os “livros contra alguma coisa” são enfadonhos e idiotas, logo, se a psicanálise é questionada, é antes em nome de um novo saber psicanalítico que de um repúdio a esse saber. D&amp;amp;G vão dar, a essa reviravolta, o nome de esquizo-análise (termo que eles irão abandonar mais tarde). Se D&amp;amp;G não gostam muito da idéia de um retorno à Freud, retorno este que Lacan empreenderá, é por que não se deve pensar nos escritos freudianos como carecidos de uma palavra de ordem, de um estatuto de verdade. Não precisamos retornar à Freud por conseqüência de uma verdade sobre o seu discurso que se perdeu, nem muito menos um retorno por qualquer outra razão (como no caso de refutar Freud absolutamente, que exigiria um retorno aos textos sagrados de Freud para expor aquilo que o refuta, a inverdade ou falsidade de seus saberes). O que a psicanálise produziu até hoje é-nos suficiente para sabermos exatamente com o que estamos lidando, e se há algum movimento interessante a se fazer, é o movimento da criação. É isso o que D&amp;amp;G fazem com a psicanálise: fazem-se jogos de criação que estão para além das teorias negativas que querem tão somente refutar: um niilismo negativo do mais alto grau. Para Deleuze, Freud é cômico, tolo, ele chega a rir de certas passagens suas, é verdade, o que não significa que Freud não tenha também seus méritos ou que a esquizo-análise não deva nada a Freud.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Para irmos mais longe, e sem delongas, quero trazer à baila o que Deleuze dirá numa conferência intitulada &lt;i&gt;Cinco Proposições Sobre a Psicanálise&lt;/i&gt;. Considero essa conferência de suma importância, pois nela Deleuze trata da questão do retorno a Freud que a pouco eu falava, mas agora tornando claro aquilo que ele e Guattari pretendiam com sua esquizo-análise. Nessa conferência Deleuze elucidará o que eu, até agora, estava tentando trazer à luz: a força de afirmação concernente às suas intervenções no campo psicanalítico, força esta radicalmente contrária à força negativa daqueles que escrevem por serem contra alguma coisa. Deleuze, num certo momento da conferência, irá dizer que “&lt;i&gt;não desejamos, no que diz respeito, participar de tentativa alguma que se inscreva numa perspectiva freudo-marxista&lt;/i&gt;” [&lt;b&gt;4&lt;/b&gt;]. O que seria, exatamente, essa perspectiva freudo-marxista? Trata-se, para Deleuze, de não confundir seu esforço intelectual com o que consistiria num retorno aos textos freudianos e marxianos por uma necessidade de interpretar algo de uma ou outra teoria, devendo, aí, encontrar alguma verdade ou, bem o contrário, “desencontrá-la”. Trata-se de dirigir-se “&lt;i&gt;à situação tal como ela é, situação do aparelho burocrático no marxismo, do aparelho burocrático na psicanálise, na tentativa de subverter esses aparelhos&lt;/i&gt;” [&lt;b&gt;5&lt;/b&gt;]. Nesse sentido, &lt;i&gt;O Anti-Édipo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; responde a uma atualidade dos problemas que, na psicanálise, surgem no seu limiar. Não se escreve contra a psicanálise, mas se escreve em resposta a problemas concernentes à psicanálise e a maneira com que ela se apresenta enquanto ciência, enquanto saber. Para fins elucidativos:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;“O marxismo e a psicanálise, de dois modos diferentes, falam em nome de uma espécie de memória, de uma cultura da memória, e falam também de duas maneiras diferentes em nome das exigências de um desenvolvimento. Acreditamos, ao contrário, que é preciso falar em nome de uma força positiva do esquecimento, em nome do que é para cada um seu próprio subdesenvolvimento, o que David Cooper chama tão bem de o terceiro mundo íntimo de cada um”&lt;/i&gt; [&lt;b&gt;6&lt;/b&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Deleuze será radicalmente nietzschiano ao evocar o esquecimento enquanto força ativa em oposição à cultura da memória própria do freudo-marxismo (que exige que se retorne ao passado, quando se deveria destruí-lo em nome de uma experimentação nova). Em Deleuze, nunca se tratou de fazer oposição à psicanálise e, a partir disso, traçar uma linha de retorno a Freud, seja para afirmá-lo com uma verdade nova, seja para refutá-lo, mas, através dessa força ativa do esquecimento, de trazer para o interior da psicanálise “&lt;i&gt;uma espécie de cultura do esquecimento como condição de toda experimentação nova&lt;/i&gt;” [&lt;b&gt;7&lt;/b&gt;]. &lt;i&gt;O Anti-Édipo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; ousa a construção de um novo campo de experimentação. E sendo Deleuze um herdeiro de toda herança nietzschiana, sua filosofia, que se estenderá até a psicanálise, caracterizar-se-á por um cântico ao novo, à potência da criatividade. Concluímos daí, que toda relação questionadora que D&amp;amp;G mantêm com a psicanálise, parte de agenciamentos intensivos que visam, unicamente, a produtividade e a criatividade dos saberes na própria psicanálise. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Notas:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;b&gt;1&lt;/b&gt;] &lt;b&gt;A Ilha Deserta&lt;/b&gt; - Sobre Nietzsche e a Imagem do Pensamento; pág. 179&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;b&gt;2&lt;/b&gt;] Trecho retirado do artigo presente no seguinte link: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1516-14982003000100002&amp;amp;script=sci_arttext&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;b&gt;3&lt;/b&gt;] &lt;b&gt;A Ilha Deserta &lt;/b&gt;– Prefácio ao Livro L’Aprés-Mai des Faunes; pág.358&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;b&gt;4&lt;/b&gt;]&lt;b&gt; A Ilha Deserta&lt;/b&gt; – Cinco Proposições Sobre a Psicanálise; pág. 347&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;b&gt;5&lt;/b&gt;] &lt;b&gt;A Ilha Deserta&lt;/b&gt; – Cinco Proposições Sobre a Psicanálise; pág. 347&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;b&gt;6&lt;/b&gt;] &lt;b&gt;A Ilha Deserta&lt;/b&gt; – Cinco Proposições Sobre a Psicanálise; pág. 348&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[&lt;b&gt;7&lt;/b&gt;] &lt;b&gt;A Ilha Deserta&lt;/b&gt; – Cinco Proposições Sobre a Psicanálise; pág. 349&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-7601604338588009135?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/7601604338588009135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/psicanalise-edipo-e-anti-edipo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/7601604338588009135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/7601604338588009135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/psicanalise-edipo-e-anti-edipo.html' title='Psicanálise: Édipo e Anti-Édipo, a Constituição de Um Novo Saber Psicanalítico'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_mQInwBGzoYU/S-dcQcD3_5I/AAAAAAAAAEs/4ILRjqab030/s72-c/Image217.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-287566024421879045</id><published>2011-07-21T08:55:00.001-07:00</published><updated>2011-07-21T08:55:04.532-07:00</updated><title type='text'>Leitura para a Família</title><content type='html'>&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1364052/?franq=134562" target="_new"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A vida em Família - Dante Donatelli&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/170882/acorda-alice!-mas-o-que-voce-esta-fazendo-com-seu-filho/?ID=BD1DEFFC7DA0804161B040994&amp;amp;PAC_ID=8342" target="_new"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Acorda, Alice! - Regina Pundek&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/137615/domando-sua-ferinha-meninos/?ID=BD1DEFFC7DA0804161B040994&amp;amp;PAC_ID=8342" target="_new"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Domando sua Ferinha - Dr. Christopher Green&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2851747/claro-que-eu-amo-voce-agora-v-para-o-seu-quarto!/?PAC_ID=8342&amp;amp;utm_source=uol&amp;amp;utm_medium=cpc&amp;amp;utm_campaign=shopping" target="_new"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;É claro que eu amo você...Agora vá para o seu quarto! - Diane Levy&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-287566024421879045?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/287566024421879045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/leitura-para-familia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/287566024421879045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/287566024421879045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/leitura-para-familia.html' title='Leitura para a Família'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-8821699317995452608</id><published>2011-07-21T08:54:00.001-07:00</published><updated>2011-07-21T08:54:26.998-07:00</updated><title type='text'>cartilha de inclusão</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="color: #ff9900;"&gt;&lt;i&gt;&lt;strong&gt;CARTILHA DE INCLUSÃO&lt;/strong&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;DIREITOS DAS PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Reproduzida, com adaptações e atualizações, mediante autorização, da "Cartilha da Inclusão" editada pela PUC-MG, Site:&lt;a href="http://www.sociedadeinclusiva.pucminas.br/cart_def.php" target="_blank"&gt;http://www.sociedadeinclusiva.pucminas.br/cart_def.php&lt;/a&gt; elaborada por Andréa Godoy et alli, novembro de 2000.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;Estamos vivendo um momento histórico muito importante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Vários segmentos sociais lutam pelos seus direitos de inclusão na sociedade. É o que acontece com as mulheres, negros, sem-terra e tantos outros excluídos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Embora não tenham conseguido plenamente sua inclusão na sociedade, muito já avançaram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Como esses, há um outro grupo de excluídos – as pessoas com deficiência, que não têm acesso aos direitos que devem pertencer a todos: educação, saúde, trabalho, locomoção, transporte, esporte, cultura e lazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Leis têm sido criadas para a garantia desses direitos, o que já é um grande passo. Mas, apesar delas, percebemos que nós excluímos as pessoas que consideramos diferentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #6600ff; font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Precisamos, então, conhecer e reconhecer essas pessoas que vivem a nossa volta, excluídas por nossa própria ação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #6600ff; font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Se desejamos realmente uma sociedade democrática, devemos criar uma nova ordem social, pela qual todos sejam incluídos no universo dos direitos e deveres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #6600ff; font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Para isso, é preciso saber como vivem as pessoas com deficiência, conhecer suas expectativas, necessidades e alternativas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Como isso que acontece comigo se passa com o outro que é diferente de mim? Como é ser pai ou mãe de um garoto que não enxerga? Como funciona a casa de uma família de deficientes auditivos? Como é a vida de uma pessoa que precisa de uma cadeira de rodas para se locomover? Como uma pessoa que tem deficiência mental aprende?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Essas perguntas podem nos levar a pensar sobre as dificuldades e as conquistas desses excluídos e pensar na possibilidade de concretização dos seus direitos: soluções simples e concretas para que possam estar nas salas de aula; plena assistência à saúde; qualificação profissional; emprego; prática de esporte; cultura e lazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Isso só se realizará se cada um de nós se fizer a pergunta: o que eu posso fazer, como empresário, como bombeiro, professor, balconista, comerciante, funcionário público, engenheiro, médico, advogado, dona de casa,motorista de ônibus, entregador, para contribuir na inclusão daqueles que são apenas diferentes de mim?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Buscar respostas para essa pergunta é um aprendizado nem sempre fácil: exige o desejo de conhecer, de se arriscar, de se envolver e agir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Buscar essas respostas é construir uma sociedade inclusiva. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;SOCIEDADE INCLUSIVA: AFINAL, O QUE É ISTO ?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Diante de tantas mudanças que hoje vimos eclodir na evolução da sociedade, surge um novo movimento, o da inclusão, conseqüência de uma visão social, de um mundo democrático, onde pretendemos respeitar direitos e deveres. A limitação da pessoa não diminui seus direitos: são cidadãos e fazem parte da sociedade como qualquer outro. É o momento de a sociedade se preparar para lidar com a diversidade humana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Todas as pessoas devem ser respeitadas, não importa o sexo, a idade, as origens étnicas, a opção sexual ou as deficiências.Uma sociedade aberta a todos, que estimula a participação de cada um e aprecia as diferentes experiências humanas, e reconhece o potencial de todo cidadão, é denominada sociedade inclusiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;A sociedade inclusiva tem como objetivo principal oferecer oportunidades iguais para que cada pessoa seja autônoma e auto-determinada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Dessa forma, a sociedade inclusiva é democrática, reconhece todos os seres humanos como livres e iguais e com direito a exercer sua cidadania.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Ela é, portanto, fraterna: busca todas as camadas sociais, atinge todas as pessoas, sem exceção, respeitando-as em sua dignidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Mas, para que uma sociedade se torne inclusiva, é preciso cooperar no esforço coletivo de sujeitos que dialogam em busca do respeito, da liberdade e da igualdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Como sabemos, nossa sociedade ainda não é inclusiva. Há grupos de pessoas discriminadas, inclusive nas denominações que recebem: inválido, excepcional, deficiente, mongol, down, manco, ceguinho, aleijado, demente...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Essas palavras revelam preconceito, e, através delas, estamos dizendo que essas pessoas precisam mudar para que possam estar convivendo na sociedade. O problema é do surdo, que não entende o que está sendo dito na TV, e não da emissora que não colocou a legenda; é do cego, por não saber das novas leis, e não do poder público que não as divulga oralmente ou em braile; é do deficiente físico, que não pode subir escadas, e não de quem aprovou uma construção sem rampas. Assim, dizemos que é de responsabilidade da pessoa com deficiência a sua integração à sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;O termo inclusão, diferentemente, indica que a sociedade, e não a pessoa, deve mudar. Para isso, até as palavras e expressões para denominar as diferenças devem ressaltar os aspectos positivos e, assim, promover mudança de atitudes em relação a essas diferenças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;É nosso dever fornecer mecanismos para que todos possam ser incluídos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;VOCÊ SABIA ? &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #6633cc; font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;DEFICIÊNCIA&lt;/b&gt; é todo e qualquer comprometimento que afeta a integridade da pessoa e traz prejuízos na sua locomoção, na coordenação de movimento, na fala, na compreensão de informações, na orientação espacial ou na percepção e contato com as outras pessoas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;A deficiência gera dificuldades ou impossibilidade de execução de atividades comuns às outras pessoas, e, inclusive, resulta na dificuldade da manutenção de emprego.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;Por isso, muitas vezes, é necessária a utilização de equipamentos diversos que permitam melhor convívio, dadas as barreiras impostas pelo ambiente social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Diante disso, a Constituição Federal de 1998 dispensou tratamento diferenciado às pessoas com deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #6633cc;"&gt;DEFICIÊNCIA FÍSICA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;span style="color: #6633cc;"&gt;é todo comprometimento da mobilidade, coordenação motora geral ou da fala, causado por lesões neurológicas, neuromusculares e ortopédicas ou ainda por má formação congênita ou adquirida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #6633cc; font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;DEFICIÊNCIA MENTAL&lt;/b&gt; é um atraso ou lentidão no desenvolvimento mental que pode ser percebido na maneira de falar, caminhar, escrever. O grau de deficiência mental varia de leve a profundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #6633cc; font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;DEFICIÊNCIA VISUAL&lt;/b&gt; é caracterizada por uma limitação no campo visual. Pode variar de cegueira total à visão subnormal. Neste caso, ocorre diminuição na percepção de cores e mais dificuldades de adaptação à luz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #6633cc; font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;DEFICIÊNCIA AUDITIVA&lt;/b&gt; é a perda total ou parcial da capacidade de compreender a falar através do ouvido. Pode ser surdez leve - nesse caso, a pessoa consegue se expressar oralmente e perceber a voz humana com ou sem a utilização de um aparelho. Pode ser ainda, surdez profunda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;AS PALAVRAS MOVEM MONTANHAS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;As palavras agem sobre as pessoas. Elas podem ou não discriminar. O que dizemos mostra o que pensamos, o que desejamos, o que agimos. Palavra é ação. Palavras diferentes produzem sentidos diferentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Por isso, quando dizemos que alguém é um deficiente físico, estamos discriminando essa pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Veja como tudo muda se falamos de pessoas com deficiência ou pessoa portadora de necessidades especiais. Nesse caso, a pessoa não é deficiente, mas apresenta uma deficiência, o que é outra idéia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Portanto, uma boa forma de mudar o mundo é mudar as palavras que usamos. Pode crer: as pessoas dizem aquilo em que acreditam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;BOAS PERGUNTAS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;01. A lei garante os direitos das pessoas portadoras de deficiência?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim. A Lei Federal n.º 7.853, de 24 de outubro de 1989, estabelece os direitos básicos das pessoas portadoras de deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;02 – Quais são os crimes previstos na Lei Federal n.º 7.853/89 praticados contra as pessoas portadoras de deficiência?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Em seu artigo 8º constitui como crime punível com reclusão (prisão) de 1 a 4 anos e multa:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;a) Recusar, suspender, cancelar ou fazer cessar, sem justa causa, a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado, porque é portador de deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;b) Impedir o acesso a qualquer cargo público porque é portador de deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;c) Negar trabalho ou emprego, porque é portador de deficiência. d) Recusar, retardar ou dificultar a internação hospitalar ou deixar de prestar assistência médico-hospitalar ou ambulatória, quando possível, a pessoa portadora de deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;03-Como a pessoa portadora de deficiência pode agir contra tais crimes?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Ela pode apresentar representação diretamente junto a uma delegacia de polícia ou diretamente ao Ministério Público Federal, ao Ministério Público Estadual e à Comissão de Direitos Humanos da OAB.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;O DIREITO DE IR E VIR&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;04 – O que é Acessibilidade ?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #6633cc; font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Acessibilidade é a possibilidade e a condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas e meios de comunicação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;05 – Então a mobilidade não se refere somente ao meio físico?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Não, hoje o moderno conceito de acessibilidade envolve o ambiente físico, como as edificações e os transportes e também o acesso aos meios de comunicação (rádio, televisão...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;06 – A acessibilidade ao meio físico vem garantida em lei?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim, a Constituição Federal de 1988, no seu artigo 227, parágrafo 2º, estabelece que a lei disporá sobre normas de construção de logradouros e dos edifícios de uso público e da fabricação de veículos de transporte coletivo, a fim de garantir o acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;07 – E que lei é essa que a Constituição Federal diz que irá normatizar a acessibilidade?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Aí depende. Federal é a Lei n.º 7.853/89 juntamente com o Decreto Federal n.º 3.289 de 20 de dezembro de 1999 que a regulamentou. Já a estadual, está na Constituição Estadual de 1989, art. 224, parágrafo 1º, e também a própria Lei Estadual n.º 11.666 de 9 de dezembro de 1994, que estabelece normas para acesso das pessoas portadoras de deficiência aos edifícios de uso público.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;* A Lei nº 10.098, de 19-12-2000, estabelece normas gerais e critérios básicos para promoção de acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, entre outras providências. Trata-se de regulamento específico, no âmbito federal, sobre o assunto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;08 - E por que a maioria dos locais e prédios públicos não é acessível?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;O que muitas vezes dificulta o exercício do seu direito é que ou a lei não existe ou não foi ainda regulamentada, tronando-se dificultada sua implementação. Mas, o cidadão deve procurar o Promotor de Justiça de sua cidade ou um advogado e denunciar a falta de acessibilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;* A Lei Orgânica do Município de Teresina, no art. 233, parágrafo único, II, prevê o acesso aos bens e serviços públicos. Acha-se tal dispositivo regulamentado pela Lei Municipal nº 2.557, de 18/7/1997, que "dispõe sobre o rebaixamento de guias e melhoria de locomoção para as pessoas portadoras de deficiências residentes em Teresina".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;09 – O portador de deficiência tem direito a passe livre no transporte coletivo interestadual?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Caso o portador de deficiência seja comprovadamente carente, ele tem direito ao passe livre no sistema de transporte coletivo interestadual, nos termos da Lei Federal n.º 8.899 de 29 de junho de 1994. Ele deve dirigir-se à rodoviária para conseguir o passe, mas, havendo qualquer tipo de dificuldade no exercício do seu direito, deve procurar o Ministério Público Federal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;10- E no transporte coletivo intermunicipal ? A pessoa portadora de deficiência tem direito ao passe livre?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Apesar da Lei Estadual n.º 10.419, de 17 de janeiro de 1991 garantir esse direito, o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, em decisão de março/2000, entendeu que as pessoas portadoras de deficiência têm direito a gratuidade do transporte somente na área urbana, negando tal direito no âmbito intermunicipal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;* A Lei do Estado do Piauí nº 4.843, de 21/6/1996 assegura a prioridade de acomodação no transporte coletivo intermunicipal para as pessoas portadoras de deficiência, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;11- E quanto ao transporte coletivo municipal?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Em Belo Horizonte, as pessoas com deficiência física, mental, visual e auditiva têm direito ao Cartão Metropolitano de Transporte, dependendo de sua condição econômico-financeira e após ser submetido à perícia médica, junto à BHTrans.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;12- É assegurado à pessoa portadora de deficiência física acesso às casas de espetáculo?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Segundo o art. 3º, inciso IX, da Lei Estadual n.º 11.666/94, é assegurado nos edifícios de uso público, como auditórios, anfiteatros e salas de reunião e espetáculos, o direito a local para cadeira de rodas, e, quando for o caso, a equipamentos de tradução simultânea, para não haver prejuízo da visibilidade e locomoção. (Minas Gerais).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;* A Lei Federal nº 10.098/2000, art. 12, assegura tal acesso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;13 – O portador de deficiência física permanente dispõe de preferência na aquisição da casa própria?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim. Segundo art. 2º da Lei Estadual n.º 11.048 de 18 de janeiro de 1993 serão reservados preferencialmente às pessoas portadoras de deficiência física permanente 10% (dez por cento) das unidades habitacionais, construídas pelos programas de construção de habitações populares financiados pelo Poder Público. (Minas Gerais).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;14 – A pessoa portadora de deficiência física pode freqüentar museus sem o constrangimento de não conseguir ter acesso?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim, o art.53 do Decreto 3.298/99 determina que as bibliotecas, museus, locais de reunião, conferências, aulas e outros ambientes de natureza similar, pertencentes à Administração Pública Federal, disporão de espaços reservados para a pessoa que utilize cadeira de rodas e de lugares específicos para a pessoa portadora de deficiência auditiva e visual, inclusive acompanhante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;15 – Quando não forem cumpridos os direitos de acessibilidade, o que a pessoa portadora de deficiência ou os familiares podem fazer? &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Ela deverá procurar um advogado, a OAB e, ainda, representar junto ao Ministério Público Estadual ou Ministério Público Federal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;O DIREITO À EDUCAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;16 – A pessoa com deficiência tem direito à educação?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Como qualquer cidadão, a pessoa com deficiência tem direito à educação pública e gratuita assegurada por lei, preferencialmente na rede regular de ensino e, se for o caso, a educação adaptada às suas necessidades em escolas especiais, conforme estabelecido nos artes. 58 e seguintes da Lei Federal n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, art. 24 do Decreto n.º 3.289/99 e art. 2º da Lei nº 7.853/89.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;17 – E se o direito for recusado? &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Nesse caso, é preciso procurar a OAB, denuncie ao Ministério Público Estadual ou ao Ministério Público Federal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;18 – É garantido serviço de apoio especializado, na escola pública regular, para atender ao aluno portador de deficiência? &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim. Conforme determina o § 1º, do art. 58 da Lei Federal nº 9.394/96, o Poder Público, havendo necessidade, é obrigado a equipar a escola, visando o eficaz atendimento da pessoa com deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;19 – O aluno com deficiência tem direito aos mesmos benefícios conferidos aos demais educandos?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim, ele tem os mesmos direitos dos demais alunos, inclusive material escolar, transporte, merenda escolar e bolsas de estudo, como assegura o Decreto Federal n.º 3.298/99, no seu art.24, inciso VI.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;20 – É obrigatório os futuros professores saberem a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim. A Lei Estadual n.º10.379, de 10 de janeiro de 1991, no seu art. 3º, determina que "fica incluída no currículo da rede pública estadual de ensino estendendo-se aos cursos de magistério, formação superior nas áreas das ciências humanas médicas e educacionais, e às instituições que atendem ao aluno portador de deficiência auditiva, a Língua Brasileira de Sinais". (Minas Gerais).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;21 – O portador de deficiência tem direito à educação profissional ?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim, o art. 59, inciso IV, da Lei Federal n.º 9.394/96, e o art.28, do Decreto n.º 3.298/99, asseguram o seu acesso à educação especial para o trabalho, tanto em instituição pública quanto privada, que lhe proporcione efetiva integração na vida em sociedade. Nesse caso, as instituições são obrigadas a oferecer cursos de formação profissional de nível básico, condicionando a matrícula do portador de deficiência à sua capacidade de aproveitamento e não ao seu nível de escolaridade. Ainda deverão oferecer serviços de apoio especializados para atender às peculiaridades da pessoa portadora, como adaptação de material pedagógico, equipamento e currículo; capacitação de professores, instrutores e profissionais especializados; adequação dos recursos físicos, como eliminação de barreiras ambientais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;22 – O portador de deficiência tem direito à educação superior?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim, como qualquer cidadão ele tem direito à educação superior, tanto em escolas públicas quanto privadas, em todas as suas modalidades que são determinadas pelo art. 44, da Lei Federal n.º 9.394/96, e art. 27, do Decreto n.º 3.298/99. Essas modalidades são: cursos seqüenciais por campo de saber, de diferentes níveis, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos pela as instituições de ensino; de graduação abertos a candidatos que tenham concluídos o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo; de pós graduação, abertos a candidato diplomados em curso de graduação e que atendam às exigências das instituições de ensino; e de extensão, abertos a candidatos que atendam requisitos estabelecidos em cada caso pelas instituições de ensino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;23 – Quando ocorrem provas ou exames de seleção, as instituições de ensino tem o dever de oferecer adaptações necessárias aos portadores de deficiência ?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim, de acordo com o art. 27, do Decreto nº 3.298/99, as instituições de ensino devem oferecer adaptações de acordo com as características dos portadores de deficiência. Nesse caso, o portador deve solicitar tais adaptações previamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;24 – Quando não forem cumpridos esses direitos, o que a pessoa pode fazer?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Ela deverá procurar a OAB e, ainda, representar junto ao Ministério Público Estadual ou Ministério Público Federal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O DIREITO À SAÚDE&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;25 – O portador de deficiência tem direito a receber informações do médico sobre sua deficiência e inclusive as conseqüências que ela traz?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim, o art.2º, parágrafo único, inciso II, da Lei Federal n.º 7.853/89, assegura esse direito a qualquer pessoa, inclusive sobre os cuidados que ela deve ter consigo, notadamente no que se refere à questão do planejamento familiar, às doenças do metabolismo e seu diagnóstico e ao encaminhamento precoce de outras doenças causadores de deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;26 – Existe lei que garanta a habilitação ou a reabilitação do portador de deficiência?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim, conforme o art. 2º parágrafo único, alíneas "c"e "d" da Lei Federal n.º 7.853/89; artes.17, 18, 21 e 22 do Decreto Federal 3.298/99 e art. 89 da Lei Federal n.º 8.213 de 8 de dezembro de 1991, o Poder Público está obrigado a fornecer uma rede de serviços especializados em habilitação e reabilitação, bem como garantir o acesso nos estabelecimentos de saúde público e privado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;27 – E se o deficiente não puder se dirigir pessoalmente ao hospital ou posto de saúde?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;É assegurado pelo art. 2º, inciso II, alínea "e", da Lei Federal n.º 7.853/89, e pelo art.16, inciso V, do Decreto Federal n.º 3.298/99, ao portador de deficiência física grave, o direito a atendimento domiciliar de saúde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;28 – O que fazer se não houver cumprimento da lei pelo Poder Público?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Deve procurar um advogado, a Defensoria Pública, alguma entidade de defesa da categoria e, ainda, denunciar junto ao Ministério Público Estadual ou Ministério Público Federal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;29 – Não havendo serviço de saúde no município onde o portador de deficiência mora, o que deve ser feito?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;É assegurado pelo art.2º, inciso II, alínea "e"da Lei Federal 7.853/89, o encaminhamento do portador de deficiência ao município mais próximo que contar com estrutura hospitalar adequada para seu tratamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;30 – Os órgãos responsáveis pela saúde devem dispensar tratamento prioritário e adequado aos portadores de deficiência?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim, conforme o art.16, inciso III, do Decreto Federal n.º 3.298/99, inclusive criando rede de serviços regionalizados, descentralizados e hierarquizados, da pessoa portadora de deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;31 – O portador de deficiência tem direito a instrumentos que o auxiliem a vencer suas limitações físicas? &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim, conforme os artes.18,19 e 20 do Dec. 3.298/99, o portador tem direito a obter, gratuitamente, órteses e próteses (auditivas, visuais e físicas) junto às autoridades de saúde (Federais, Estaduais ou Municipais) a fim de compensar suas limitações nas funções motoras, sensoriais ou mentais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;32 – Existe também o direito a medicamentos?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim, o Poder Público está obrigado a fornecer gratuitamente medicamentos necessários para tratamento. Se não for fornecido, deve-se procurar um advogado ou a Defensoria Pública, pois a justiça constantemente dá ganho de causa nessas ações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;33 – Que providências podem ser tomadas em caso de a deficiência ocorrer por erro médico? &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;O cidadão deve procurar um advogado, a Promotoria de Justiça do Erro Médico ou uma das entidades que estão no final dessa cartilha. Ele poderá requerer o tratamento e, inclusive, uma indenização se ficar comprovado que realmente houve erro médico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;34 – Qual o direito do portador de deficiência internado em instituição hospitalar? &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;É assegurado pelo art.26, do Decreto n.º 3.298/99, o atendimento pedagógico ao portador de deficiência internado na instituição por prazo igual ou superior a um ano, com o intuito de assegurar sua inclusão ou manutenção no processo educacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;35 – O portador de deficiência tem direito a desfrutar de plano de saúde para tratamento de sua deficiência?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, conforme o art. 14, da Lei Federal n.º 9.656/98 de 03 de junho de 1998, não pode haver impedimento de participação nos planos ou seguros privados de assistência à saúde aos portadores de deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;36 – Como é possível assegurar os direitos acima descritos quando forem violados? &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Deve-se procurar um advogado, a Defensoria Pública e, ainda, represente junto ao Ministério Público Estadual ou Público Federal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O DIREITO AO TRABALHO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;37 – Quais são os direitos da pessoa portadora de deficiência no que se refere aos concursos públicos (sociedade de economia mista, autarquias, fundações públicas e também União, Estados, Municípios e Distrito Federal)?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Há vários aspectos a serem considerados:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;A Lei Federal n.º 8.112, de 11 de dezembro de 1990, art.5º ,reserva um percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e define os critérios para sua admissão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Em concursos públicos federais, (no âmbito da Administração Pública Federal, ou seja, empresas públicas federais, sociedades de economia mista pública, autarquias federais, fundações públicas federais e também a própria União) até 20% das vagas são reservadas às pessoas portadoras de deficiência. Desta forma, este percentual não é o mesmo para cada estado, município ou para o distrito federal, porque é a lei de cada uma dessas entidades que irá estabelecer o percentual de quotas de admissão para os portadores. Por exemplo, no Estado de Minas Gerais, Constituição Estadual, art.28 e a Lei Estadual n.º 11.867 de 28 de julho de 1995 tal percentual é de 10% (dez por cento). &lt;br /&gt;Os portadores de deficiência têm preferência ante os demais, caso aprovado no concurso, independente de sua classificação. &lt;br /&gt;Caso nenhum portador de deficiência seja aprovado em um concurso, desconsideram-se as vagas reservadas para eles. &lt;br /&gt;* No serviço público do Estado do Piauí, conforme Lei Estadual nº 4.835, de 23/5/1996, o percentual de vagas reservadas aos portadores de deficiência corresponde a 10%. No Município de Teresina, conforme Lei Municipal nº 2.256, de 25/10/1993, a reserva corresponde a 5% das vagas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;38 – O que acontece quanto ao trabalho em empresa privada?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;A Lei Federal n.º 8.213/91, art.93, prevê proibição de qualquer ato discriminatório no tocante a salário ou critério de admissão do emprego em virtude de portar deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;A empresa com 100 (cem) ou mais empregados está obrigada a preencher de 2%(dois por cento) a 5%(cinco por cento) dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência, habilitadas. O percentual a ser aplicado é sempre de acordo com o número total de empregados das empresas, dessa forma:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;I – até 200 empregados 2%.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;II – de 201 a 500 – 3%.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;III – de 501 a 1000 – 4%.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;IV – de 1001 em diante – 5%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;39 – Todo portador de deficiência tem direito à reserva de vagas em concursos públicos ou em empresas privadas?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Não, nem todos, a quota de reserva de empregos não se destina a qualquer deficiente, mas àqueles que estejam habilitados ou reabilitados, ou seja, que tenham condições efetivas de exercer determinados cargos. É preciso, então, que apresentem nível suficiente de desenvolvimento profissional para ingresso e reingresso nomercado de trabalho e participação na vida comunitária. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;40 – O que é a habilitação e a reabilitação?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;É o processo que permite à pessoa com deficiência adquirir desenvolvimento profissional suficiente para ingresso e reingresso no mercado de trabalho, conforme o art.89 da Lei Federal n.º 8.213/91, arts 17, 18,21 e 22 do Decreto n.º 3.298/99 e Ordem de Serviço n.º 90 do Ministério da Saúde e Previdência Social. Para maiores informações sobre colocação e recolocação no mercado de trabalho, deve-se procurar a Delegacia Regional do Trabalho e/ou a CAADE.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;41 – O portador de deficiência pode ser dispensado, sem justa causa, das empresas privadas?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Não pode, porque o artigo 93 da Lei Federal n.º 8.213/91, prevê que a dispensa só pode ocorrer, nos contratos a prazo indeterminado, quando outro empregado portador de deficiência for contratado no lugar do dispensado. Logo, se tal substituição não ocorrer, cabe até a reintegração do empregado com os consectários legais. O portador tem, assim, uma estabilidade por prazo indeterminado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;42 – Como fica a jornada de trabalho para o responsável com os cuidados da pessoa portadora de deficiência?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;"Fica o Poder Público autorizado a reduzir para 20(vinte) horas semanais a jornada de trabalho do servidor público estadual legalmente responsável por excepcional em tratamento especializado". Tal benefício é concedido por seis meses podendo ser renovado por igual período de acordo com a necessidade (art. 1º e 3º da Lei Estadual n.º 9.401 de 18 de dezembro de 1986). (Minas Gerais).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;43 – Caso os direitos dos trabalhadores portadores de deficiência sejam descumpridos o que pode ser feito?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Deve-se procurar um advogado, ou a Delegacia Regional do Trabalho, ou Ministério Público do Trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;OUTROS DIREITOS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;44 – A pessoa portadora de deficiência física tem preferência para adquirir sua moradia?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sim. A Lei Estadual n.º 11.048/93 determina que são reservados, preferencialmente, a pessoa portadora de deficiência física permanente, 10% (dez por cento) das unidades habitacionais construídas pêlos programas na aquisição de unidades habitacionais. (Minas Gerais).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;45 – Qual direito tem a pessoa portadora de deficiência auditiva de ser atendida nas repartições públicas?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;A Lei Estadual n.º 10.379/91 em seu art.2º determina que "o Estado colocará, nas repartições públicas voltadas para o atendimento externo, profissionais intérpretes da Língua Brasileira de Sinais". (Minas Gerais).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ONDE DEFENDER SEUS DIREITOS?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MINISTÉRIO PÚBLICO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Ministério Público do Trabalho 22ª Região (Procuradoria Regional do Trabalho)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;O Ministério Público do Trabalho defende os direitos coletivos e difusos do trabalhador quando ele for discriminado nas relações de trabalho, ou seja, de ter acesso ou de manter o seu vínculo de trabalho, bem como descumprimento das cotas legais de admissão das pessoas com deficiência. O Procurador do Trabalho é fiscal da lei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Av. Miguel Rosa, 2862/norte, Centro Teresina-PI CEP. 64.000-480 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Telefone: (86)221-9084 Fax: (86) 223-9936&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Horário: 7 às 19 h&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;www.pgt.mpt.gov.br - Para denúncias em todo o Brasilwww.prt22.mpt.gov.br - Para denúncias no Piauí&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Ministério Público Federal (Procuradoria da República no Piauí)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Praça Marechal Deodoro, s/nº&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Sala 302 (Ed. do Ministério da Fazenda)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Teresina-PI&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Telefone: (86) 221-5915&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;Ministério Público do Estado do Piauí (Procuradoria Geral de Justiça)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Rua Álvaro Mendes, 2294&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Bairro: Centro Teresina-PI&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Telefone: (86) 222-5566&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - Delegacia Regional do Trabalho no Piauí&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;A Delegacia é responsável pela fiscalização das relações de trabalho e mediação dos conflitos trabalhistas.&lt;br /&gt;É o órgão fiscalizador do cumprimento da lei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;Av. Frei Serafim, 1860 - centro CEP. 64.000-020 - Teresina-PI -Telefone: (86) 222-6041&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.sociedadeinclusiva.pucminas.br/cart_def.php" target="_blank"&gt;http://www.sociedadeinclusiva.pucminas.br/cart_def.php&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-8821699317995452608?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/8821699317995452608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/cartilha-de-inclusao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/8821699317995452608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/8821699317995452608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/cartilha-de-inclusao.html' title='cartilha de inclusão'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-1925261164600260361</id><published>2011-07-21T08:52:00.001-07:00</published><updated>2011-07-21T08:53:41.596-07:00</updated><title type='text'>Livros interessantes</title><content type='html'>&lt;div class="widget-content"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.atica.com.br/catalogo/?i=8508046677" target="_new"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A Palavra Feia de Alberto - Audrey e Don Wood - Ed. Ática&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?isbn=8510042276&amp;amp;sid=662497126125689771192153" target="_new"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Colcha de Retalhos - Conceil C. Silva / Nye Ribeiro Silva - Ed. Do Brasil&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.brinquebook.com.br/livro.php?id=140" target="_new"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Como é que eu era quando era bebê? - Brinque Book&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.atica.com.br/catalogo/?i=9788508118786" target="_new"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Maria Vai Com as Outras - Silvia Ortof - Ed. Ática&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=93908" target="_new"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Menina Bonita do Laço de Fita - Ana Maria Machado - Ed. Ática&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.brinquebook.com.br/livro.php?id=65" target="_new"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Ninguém Gosta de Mim! - Raoul Krischanitz - Brinque-Book&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/14129/grande+rabanete,+o" target="_new"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O grande Rabanete - Tatiana Belink - Ed. Moderna&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.paulus.com.br/lojavirtual/secoes/detalhamento.php?id=65&amp;amp;produto=livros&amp;amp;cat_produto=produtos_livros&amp;amp;produto_dir=livros&amp;amp;categoria=Infantojuvenil&amp;amp;id_cat=2" target="_new"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O patinho que não aprendeu a voar - Rubem Alves -Ed. Paulus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.atica.com.br/catalogo/?i=8508037309" target="_new"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pato Gordo e Pato Magro - Mary e Eliardo França - Ed. Ática&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2283787&amp;amp;sid=8970791391062830522278846&amp;amp;k5=5D78DAC&amp;amp;uid=" target="_new"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Proibido Para Maiores - Paulo Tadeu - Ed. Matrix&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="clear"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-1925261164600260361?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/1925261164600260361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/livros-interessantes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/1925261164600260361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/1925261164600260361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/livros-interessantes.html' title='Livros interessantes'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-211006619091648988</id><published>2011-07-21T08:49:00.001-07:00</published><updated>2011-07-21T08:49:19.367-07:00</updated><title type='text'>O papel dos pais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O papel dos&amp;nbsp;pais não é somente&amp;nbsp; estabelecer regras, limites e disciplina... É também&amp;nbsp; introduzir valores, incentivar, encorajar e comemorar conquistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a correria do dia a dia, é fundamental otimizar o tempo que passamos com nossos pequenos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembrem-se: &lt;u&gt;O maior elogio que se pode fazer a uma criança, é dedicar-lhe tempo e atenção.&lt;/u&gt; E eu não estou falando do momento da lição de casa...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas&amp;nbsp;sim, do diálogo sobre o cotidiano, um filme ou livro compartilhado, um jogo, uma brincadeira...&amp;nbsp;A hora&amp;nbsp;de ganhar e de perder... Até aquela música que se ouve no caminho da escola, pode render diferentes descobertas... &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Momentos lúdicos, prazerosos e muito significativos, para pais e filhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;“Qualquer que seja o tempo da vida, a nossa atitude faz toda a diferença”. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;(David C. Mc Casland)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-211006619091648988?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/211006619091648988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/o-papel-dos-pais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/211006619091648988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/211006619091648988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/o-papel-dos-pais.html' title='O papel dos pais'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-6815479761057703794</id><published>2011-07-21T08:48:00.002-07:00</published><updated>2011-07-21T08:48:47.968-07:00</updated><title type='text'>Hiperatividade</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;&lt;a href="http://psicopedagogiadiadema.blogspot.com/2010/08/hiperatividade.html"&gt;Hiperatividade&lt;/a&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header"&gt;&lt;div class="postmeta"&gt;&lt;span class="post-date"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="post-timestamp"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TFs57KSvgzI/AAAAAAAAAA4/C97r2b6B1b4/s1600/menino_correndo.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" bx="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TFs57KSvgzI/AAAAAAAAAA4/C97r2b6B1b4/s320/menino_correndo.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ansiedade, inquietação, euforia e distração frequentes podem significar mais do que uma fase na vida de uma criança: os exageros de conduta, diferenciam quem vive um momento atípico daqueles que sofrem de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas famílias e também nas escolas, ainda hoje, algumas crianças são rotuladas de hiperativas sem serem. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É muito relativo o que consideramos normal em uma criança... Desatenção e agitação, são fatores que são avaliados de diferentes formas pelas famílias e pela escola. O que é normal para uma família, pode não ser o esperado na escola ou ao contrário.&amp;nbsp;E isto dificulta o encaminhamento correto e o diagnóstico. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade é uma terminologia usada para descrever uma desordem específica do desenvolvimento exibido por crianças com deficiências em sustentar a atenção, inibir os impulsos e regular a atividade motora nas diversas situações de vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que acontece muitas vezes, é que crianças&amp;nbsp;não&amp;nbsp;Hiperativas, são encaminhadas aos consultórios de psicólogos ou psicopedagogos. E crianças com o transtorno podem demorar em ter o diagnóstico e passarem por repetidos fracassos e frustrações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A falta de conhecimento das famílias e muitas vezes da escola, acaba muitas vezes gerando esses equívocos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso, a importância de observarmos nossos alunos, não para rotularmos... Mas sim,&amp;nbsp;para ajudarmos essas famílias e principalmente essas crianças, a terem o tratamento ideal e principalmente, serem tratadas com respeito. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O desconhecimento do TDAH ou Hiperatividade, frequentemente acaba levando à demora no diagnóstico e no tratamento dos portadores, os quais acabam sofrendo por muitos anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que&amp;nbsp;podemos observar, na criança com &lt;strong&gt;suspeita&lt;/strong&gt; de Hiperatividade:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Em casa:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Chora em demasia quando recém-nascido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Sente muitas cólicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Apresenta distúrbio de sono.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Perda de fôlego.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Faz birras como bater a cabeça no chão, se morder, puxar os cabelos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Bruxismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Sonambulismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Sonilóquio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Demora a controlar a urina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Comportamento inquieto, teimoso e rebelde.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Não sabe brincar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Corre muito, tropeça, cai.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Apresenta dificuldades para: vestir, despir, abotoar, amarrar cordão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Quase tudo cai das mãos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Não presta atenção a detalhes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Claridade, ambiente ruidoso e roupas apertadas incomodam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Socialmente desinibida, sem reservas e despreocupada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Corre muito e sobe em objetos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Reclama muito de dores no corpo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Culpa os outros por seus fracassos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Problemas na orientação esquerda e direita.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Impressão de que às vezes ouve bem e às vezes não.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Dificuldade em ouvir em ambiente ruidoso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Propensa a se acidentar com freqüência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Precisa de muita supervisão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Resiste às mudanças, prefere a rotina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Mudanças de humor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Na escola:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Dificuldade de manter a atenção.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Não segue as instruções e nem termina as lições.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Dificuldade em organizar as tarefas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Perde objetos com facilidade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Problema com os sons das palavras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Dificuldade de entender palavras e conceitos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Troca letras por ordem incorreta ou letras erradas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Problemas de linguagem envolvendo a estrutura gramatical.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Não entende palavras com duplo sentido, piadas...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Dificuldade em compreender o que lê.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Dificuldade para distinguir formas e tamanhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Dificuldade de colorir, escrever e recortar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Falta estabilidade no uso das mãos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Letras e palavras ao contrário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Esquece fácil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Demora no desenvolvimento da linguagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Dificuldade de se expressar verbalmente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Repele tudo o que exige atividade mental prolongada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Distrai-se facilmente com estímulos irrelevantes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Muda rapidamente de uma atividade para outra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Mexe as mãos e os pés com freqüência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Tem dificuldade de permanecer sentado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Não se envolve silenciosamente em brincadeiras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Parece ser movida "a motor".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Muito sensível a qualquer comentário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Está sempre se envolvendo em discórdias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Explode com facilidade, mas não é mal humorado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Fala muito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Responde antes de ouvir toda a pergunta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Dificuldade em esperar a sua vez.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Se intromete nas atividades dos outros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- É agressiva.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Obstinada – Inacessível - Insolente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Relacionamento inexistente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Sociabilidade ruim, faz amizade fácil mas não consegue manter.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Medidas disciplinares não funcionam com ela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Vive isolada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após a suspeita de hiperatividade, a criança deverá ser avaliada por um médico especialista em neurologia, que poderá solicitar exames que comprovem o transtorno. O tratamento consiste em adequação das opções educativas, processo de intervenção psicopedagógica, psicológica e a critério médico, indicação de tratamento farmacológico. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Escrito por Elaine P. Santos. Por favor, se for copiar, indique a fonte.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Referências: &lt;a href="http://www..tdah.org.br/"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;TDAH &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;/ &lt;a href="http://www.hiperativa.com/"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Hiperatividade&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-6815479761057703794?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/6815479761057703794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/hiperatividade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/6815479761057703794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/6815479761057703794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/hiperatividade.html' title='Hiperatividade'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TFs57KSvgzI/AAAAAAAAAA4/C97r2b6B1b4/s72-c/menino_correndo.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-3828446478545641369</id><published>2011-07-21T08:48:00.000-07:00</published><updated>2011-07-21T08:48:00.026-07:00</updated><title type='text'>Agenda lotada, não. Criança tem é que brincar</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;&lt;a href="http://psicopedagogiadiadema.blogspot.com/2011/06/agenda-lotada-nao-crianca-tem-e-de.html"&gt;Agenda lotada, não: criança tem é de brincar&lt;/a&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header"&gt;&lt;div class="postmeta"&gt;&lt;span class="post-date"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="post-timestamp"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ILttV_r7uw0/Tf57hVD9veI/AAAAAAAAAFM/Znumj2nCd1Y/s1600/agenda.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" i$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-ILttV_r7uw0/Tf57hVD9veI/AAAAAAAAAFM/Znumj2nCd1Y/s320/agenda.jpg" width="248" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3204388"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Dica de Leitura.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;As crianças de hoje brincam cada vez menos. Cursos de línguas, música, esportes preenchem o tempo delas de forma avassaladora – e cada vez mais cedo. Com a agenda lotada, tendem a se entusiasmar menos pela aprendizagem. Correm o risco de virar adultos mais ansiosos e menos criativos, segundo Kathy Hirsh-Pasek, da Universidade Temple, na Flórida. Doutora em psicolingüística pela Universidade da Pensilvânia, e autora de livros de aconselhamento para pais, convoca os pais a deixar seus filhos mais livres. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Por que brincar é tão importante?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Brincar é aprender. Quando a criança brinca com blocos, está aprendendo sobre espaço, física e matemática. Quando ela conta ou representa suas histórias numa brincadeira, está construindo os fundamentos da literatura. Se brinca com outros, está aprendendo como negociar e como atuar em grupo para chegar a um objetivo comum. Desenvolver essas habilidades brincando é importante inclusive para que a criança absorva melhor os ensinamentos em sala de aula. Brincar representa para a primeira infância o que a gasolina é para um carro. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Por que as crianças de hoje brincam menos?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Num mundo globalizado, competitivo, os pais acreditam que seus filhos estarão um passo à frente se passarem mais tempo em atividades variadas do que brincando. Computação, culinária, ligas de futebol. Há uma estimativa de que crianças de 4 e 5 anos tinham 40% de seu tempo livre para brincadeiras em 1981 e hoje têm apenas 25%. Em palestras, percebo os pais atarantados, querendo preencher todo o tempo livre dos filhos. As crianças estão estressadas. Em 2006, a Associação Americana de Pediatria lançou uma nota sobre a falta de tempo livre das crianças e ressaltou a importância da brincadeira no aprendizado acadêmico e no desenvolvimento social e emocional. Vivemos a sociedade dos apressados, do culto do sucesso. E a infância sai perdendo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Por que chegamos a esse ponto&lt;/strong&gt;? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até o século XIX, não se reconhecia a infância como um período distinto que antecedia a fase adulta. Houve a revolução industrial, a formação da família burguesa e, quase no século XX, surgiu a psicologia infantil. Nos anos 40, veio uma avalanche de revistas científicas voltadas ao estudo da criança. Em 1946, Benjamin Spock lançou o famoso livro Meu Filho, Meu Tesouro, que oferecia aos pais um plano de como criar seus filhos. Assim nasceu a indústria do aconselhamento. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual é o resultado desse processo?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O medo. Os pais temem que seus filhos fiquem aquém das outras crianças, então criam todo tipo de atividades intelectuais, cursos de arte, música, reforço da escola. Tudo para que eles estejam sempre à frente. Passou-se a acreditar que, se as crianças tiverem uma enxurrada de informações mais cedo, o cérebro delas vai se desenvolver mais e mais rápido. O símbolo disso são os flash cards (cartões com figuras e um texto de informações atrás. Os pais mostram a imagem a crianças pequenas, às vezes ainda bebês, e lêem exaustivamente o texto para que elas absorvam as informações). Eles representam um tipo de aprendizado baseado na memorização em vez da construção do significado. Além da ansiedade dos pais, há outros "concorrentes" da brincadeira livre e lúdica: a televisão e os videogames. Nos Estados Unidos, 25% das crianças com menos de 3 anos têm uma televisão no quarto. O "tempo de brincar" se transformou no "tempo de assistir". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Há crianças que têm vários interesses e querem ocupar o tempo com atividades. Os pais devem impedir?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cada criança é diferente. Algumas têm mais energia, outras menos, mesmo estando na mesma família. É bom deixá-las escolher, mas com limite e observação. Porque é natural que elas queiram fazer o que seus amigos estão fazendo. Certifique-se de que entre as atividades elas tenham algum tempo livre. É preciso também interpretar bem cada atividade. Quando um menino de 3 anos tem aulas de futebol, ele não aprende técnicas, apenas corre atrás da bola para chutá-la. Isso é ótimo e muito divertido. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual é o objetivo do livro Einstein Teve Tempo para Brincar (Ed. Guarda-Chuva)?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas últimas quatro décadas, houve uma explosão de estudos científicos sobre bebês e crianças pequenas. É a chamada indústria da educação de bebês e crianças. Como alguém com uma experiência de 25 anos nessa área, a idéia, minha e de minhas colegas, co-autoras do livro, é compartilhar essas informações com os pais, mestres e formuladores das políticas de educação. Queremos mostrar como as crianças se desenvolvem. Como aprendem a falar, como constroem as frases, como desenvolvem o vocabulário e constroem o conhecimento. E, a partir daí, desfazer alguns equívocos. Livrá-los da tentação de querer produzir pequenos gênios, ajudá-los a descobrir habilidades ocultas, equipá-los para criar crianças saudáveis e inteligentes. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em seu livro, a senhora dá grande ênfase ao desenvolvimento da inteligência emocional das crianças. Como os pais devem ajudar?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Brincando mais livremente, as crianças terão mais chance de desenvolver a inteligência emocional. Esta vem com a maturidade, não em brinquedos passivos, e muito menos na pressa das atividades diárias. Os pais devem buscá-la na forma como interagem com seus filhos, no respeito construído pelo que eles dizem e fazem. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A senhora é mãe de três filhos. Como abriu mão da tendência geral de dar às crianças uma agenda cheia e as deixou brincar mais?&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi difícil. A forma como as coisas acontecem parece tomar conta da vida das mães. Eu me sentia constantemente num rodamoinho e era difícil dar um passo fora dele, sabendo que as outras pessoas vão se mover mais rápido que você e seus filhos. Mas, como na fábula da lebre e da tartaruga, eu acreditava que em algum momento a tartaruga iria chegar na frente. Eu sempre dei força para que brincassem. Deixei que parassem algumas atividades quando se diziam cansados. Valeu a pena ir contra a maré. Hoje, meus filhos são jovens adultos inteligentes e bem-sucedidos. Todos foram para a faculdade que escolheram. Meu terceiro filho, que ainda está na escola, provavelmente conseguirá o mesmo. Todos são espertos e criativos. O mais importante, porém, é que estão felizes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI2287-15105,00.html"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Revista Crescer&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;"Se escutarmos a criança que temos na alma, nossos olhos voltarão a brilhar: se não perdermos o contato com essa criança, não perdemos o contato com a vida". &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;(Paulo Coelho)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-3828446478545641369?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/3828446478545641369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/agenda-lotada-nao-crianca-tem-e-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/3828446478545641369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/3828446478545641369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/agenda-lotada-nao-crianca-tem-e-que.html' title='Agenda lotada, não. Criança tem é que brincar'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ILttV_r7uw0/Tf57hVD9veI/AAAAAAAAAFM/Znumj2nCd1Y/s72-c/agenda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-1118530824006049040</id><published>2011-07-21T08:46:00.003-07:00</published><updated>2011-07-21T08:46:54.638-07:00</updated><title type='text'>Déficit de Atenção é sintoma social</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Déficit de Atenção é sintoma social&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é a síndrome do momento. Há décadas o foco estava na síndrome do pânico. A depressão também já foi declarada como a "doença do século". Outros males se substituem de tempos em tempos. Ou se superpõem em siglas. É o que acontece com TDAH. Poderíamos acrescentar a essas letras o I de impulsividade, o E de esquecimento, outro I de imprevisibilidade e assim por diante. São vários aspectos de desenvolvimento motor e psíquico agrupados sob o mesmo chapéu, geralmente colocado em crianças e adolescentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não que o TDAH não exista. Existe sim, mas não dessa forma padronizada e generalizada. Se uma criança (ou adolescente) se mostra muito agitada e estabanada, não se concentra nas brincadeiras (ou nos estudos), distrai-se facilmente diante de estímulos externos ou internos e interrompe constantemente as atividades ou conversas dos outros, podemos pensar em problemas. Mas não somente em problemas da criança ou do adolescente, mas também dos adultos e do ambiente que os envolvem. Quando falamos de adultos e de ambiente, pensamos em pais, professores, família, escola, sociedade e cultura. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A questão que logo se apresenta é: a quem cabe a responsabilidade de criar e educar uma criança? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aparentemente as respostas são imediatas. Os pais atribuem a si as tarefas de criar e educar seus filhos. Mas não se encontram disponíveis para isso. Ao pai, a quem outrora cumpria a tarefa de prover o lar dos meios de sobrevivência e dos limites simbólicos que permitissem à criança discernir os lugares que cada um ocupa na estrutura familiar, foi destituído dessa função. A ele estão sendo atribuídas outras tarefas domésticas - partilhar da cozinha, limpeza, cuidados de filhos - sem que as estruturas sociais e culturais tenham sido modificadas. Ou seja, ao pai exige-se que também seja, em parte, "mãe-de-família" ao mesmo tempo em que deve mostrar-se profissional agressivo e cheio de iniciativas masculinas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;À mãe, muitas vezes encabeçando a estrutura familiar, são exigidos atitudes e comportamentos semelhantes aos dos seus companheiros masculinos de trabalho. Ela própria, para não se sentir rebaixada em seus cargos brilhantemente conquistados, exige mais ainda de si mesma no desempenho profissional. O movimento feminista veio para quebrar, mas não conseguiu romper as estruturas da organização do trabalho cada vez mais competitiva. A mulher conquistou o seu espaço no trabalho, mas o homem endureceu mais ainda em suas posições masculinas. Ambos, exaustos, não dão conta de suas posições. Os conflitos explodem no ambiente doméstico. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O problema se agrava ao nível da produção industrial e de serviços repetitivos. O pai tem de se submeter ao excesso de trabalho pois não pode dizer não ao chefe, ao patrão. A mãe, inserida em trabalhos extenuantes, anseia pela restituição do pai à posição de provedor, idealizando sua antiga função de mãe-de-família. Ambos fracassam. A masculinidade e a feminilidade confundidas com os papéis sociais e as posições no trabalho viraram no avesso. Em seus fracassos, pais e mães não conseguem ver as próprias representações nos sintomas e colapsos dos filhos. Daí a busca de curas rápidas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O TDAH é então a própria representação da falência das imagos paternas e maternas. Mais do que isso, é a representação da falência de organizações sociais como família e escolas que estão à mercê das exigências do mercado competitivo. Pais e mães, levados pela culpa de não participar do desenvolvimento dos filhos, procuram recompensá-los com o excesso de consumo e liberdade. Não conseguem dizer não. Aliás, nem sempre estão presentes para estabelecer os limites. A tarefa é atribuída aos técnicos - médicos, psicólogos, fonoaudiólogos - e aos educadores "profissionais", os professores. As crianças estão sendo encaminhadas mais precocemente às escolas, não mais para brincar e serem socializadas como acontecia nos antigos jardins-de-infância, mas para serem alfabetizadas e inseridas em modelos padronizados de aprendizagem. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não somente o pai e a mãe foram destituídos das funções educativas. Também o tio, a tia, o avô, a avó e outros agregados familiares não participam mais do desenvolvimento motor, mental e da linguagem da criança. Quem melhor que os familiares para entender as necessidades das crianças? Mas, ninguém escuta ninguém. Estão presos na TV, na internet, nos jogos eletrônicos. Capturados pelas imagens, ninguém mais pensa. Destinam às escolas as tarefas de pensar e educar. Mas as escolas, excessivamente burocratizadas, também não pensam. Também tentam capturar o aluno e inseri-los nos seus padrões de aprendizagem por meio de imagens informatizadas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se a criança ou o adolescente não adere a esses modelos de aprendizagem torna-se problema. A questão, no entanto, pode estar mais na defasagem entre a escola e o cotidiano do aluno. Os filhos da classe média são estimulados precocemente pelos variados brinquedos, jogos computadorizados e meios eletrônicos de comunicação. Passando períodos inteiros diante da TV, na internet ou em atividades automatizadas, a criança e o adolescente não vão prestar atenção em aborrecidas salas de aula onde se exige concentração e raciocínio. Pensar cansa. Os alunos das classes baixas, do seu lado, também não aceitam a passividade das salas de aula das escolas públicas, já que as ruas e as rodas com seus pares são mais estimulantes. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então surge a síndrome da rebeldia. Essa síndrome pode se manifestar de várias formas, tanto pela agressividade e violência (nas escolas públicas), pela passividade pelo TDAH, se a criança é tolhida na expressão social do seu mal-estar. Então, os professores e educadores que não dão conta dos conflitos recomendam as terapias, medicamentosas e outras. Não que as terapias sejam dispensáveis. Pode ser, sim, que haja disfunções neurológicas. Porém, o foco do problema não está aí. É o descompasso entre escola e aluno, entre pais e filhos que pode trazer maiores danos psíquicos. É a sociedade tecnológica, altamente excludente, que marginaliza os "não aptos". Portanto, o TDAH não é apenas um problema da criança ou do adolescente. O TDAH é um sintoma social. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Autora: &lt;a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4642854-EI14363,00-Deficit+de+Atencao+e+sintoma+social.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Dra. Taeco Toma Carignato&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Psicóloga, psicanalista e jornalista. Doutora em psicologia social (PUC-SP) e pós-doutora em psicologia clínica (USP), é pesquisadora do Laboratório Psicanálise e Sociedade (USP) e do Núcleo de Pesquisa: Violência e Sujeito (PUC-SP).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-1118530824006049040?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/1118530824006049040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/deficit-de-atencao-e-sintoma-social.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/1118530824006049040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/1118530824006049040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/deficit-de-atencao-e-sintoma-social.html' title='Déficit de Atenção é sintoma social'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-2152347186805448392</id><published>2011-07-21T08:46:00.001-07:00</published><updated>2011-07-21T08:46:08.334-07:00</updated><title type='text'>Dislexia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dislexia, segundo a Associação Brasileira de Dislexia (ABD) , pode ser definida como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, sendo o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ideal em termos pedagógicos e psicopedagógicos, deveria ser identificá-la no decorrer do processo de alfabetização, devido à dislexia provocar uma defasagem significativa no aprendizado; mas, geralmente não é isso o que ocorre, ela acaba sendo diagnosticada tardiamente ou sequer sabendo-se de sua existência... Embora etimologicamente “dislexia” seja traduzida tanto do latim quanto do grego, como distúrbio de aprendizagem, esse termo foi adotado para denominar um distúrbio específico na aquisição da leitura e da escrita. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inúmeras são as teorias que tentam explicar a etiologia da dislexia. O que sabemos hoje é que existem fatores hereditários, fatores relacionados ao comportamento social, à lateralização cerebral e a uma disfunção cerebral, relacionados ao quadro de dislexia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A soma de alguns sintomas, que podem ser observados pela família e pelo professor, pode conduzir ao que se denomina “quadro de risco” e precisa ser investigado, através de uma avaliação adequada por profissionais que realmente conheçam a dislexia e saibam como trabalhar com ela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo diretrizes da British Dyslexia Association, os sinais que podem indicar dislexia são:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Histórico familiar de problemas de leitura e escrita; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Atraso para começar a falar de modo inteligível; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Atraso no desenvolvimento visual; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Frases confusas, com migrações de letras: "a gata preta prendeu o filhote" em vez de "a gata preta perdeu o filhote"; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Impulsividade no agir; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Uso excessivo de palavras substitutas ou imprecisas (como "coisa", "negócio"); &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Nomeação imprecisa (como "helóptero" para helicóptero); &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Dificuldade para lembrar nome de cores e objetos; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Confusão no uso de palavras que indicam direção, como dentro/fora, em cima/embaixo, direita esquerda; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Dificuldades de coordenação motora: tropeços, colisões com objetos ou quedas frequentes; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Dificuldade em aprender cantigas infantis com rimas; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Dificuldade em encontrar palavras que rimam e em julgar se palavras, rimam ou não; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Dificuldade com seqüências verbais (como os dias da semana) ou visuais (como seqüências de blocos coloridos); &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Criatividade aguçada; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Facilidade com desenhos e boa noção de cores; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Aptidão para brinquedos de construção ou técnicos, como quebra-cabeças, lego, controle remoto de tv ou vídeo, teclados de computadores; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Prazer em ouvir outras pessoas lendo para ela, mas falta de interesse em conhecer letras e palavras. A criança não se interessa por livros ou impressos; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Discrepância entre diferentes habilidades, parecendo uma criança brilhante em alguns aspectos, mas desinteressada em outros; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Fraco desenvolvimento da atenção; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Dificuldade para organizações. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É importante lembrar que, tais sinais não implicam necessariamente a presença da dislexia, mas, quando ocorrem em grande número e de forma recorrente, devem ser encarados como um indicativo, que incentive o encaminhamento do aluno para uma avaliação multidisciplinar mais detalhada. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ressaltamos que o diagnóstico deve ser feito por equipe multidisciplinar: psicopedagogo, fonoaudiólogo e neurologista. E se necessário, existe ainda a possibilidade de indicação para outros especialistas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O diagnóstico precisa ajudar os pais, professores e profissionais, que acompanharão o caso, assim como o próprio aluno disléxico. O objetivo não é encontrar um rótulo e sim estabelecer caminhos que facilitem a aprendizagem dessa criança.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Escrito por Elaine P. Santos&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-2152347186805448392?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/2152347186805448392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/dislexia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/2152347186805448392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/2152347186805448392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/dislexia.html' title='Dislexia'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-3233985429201045728</id><published>2011-07-21T08:45:00.001-07:00</published><updated>2011-07-21T08:45:33.443-07:00</updated><title type='text'>Lição de casa. Como fazer?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;1. Organização&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para evitar a perda de tempo ao procurar pelas gavetas, junte os materiais necessários para o estudo num cesto, caixa ou gaveta e mantenha perto do lugar onde seu filho estuda. Procure os objetos mais usados. Exemplos: lápis, borracha, apontador, régua, cola, tesoura, dicionários, folhas de rascunho...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;2. Ambiente de Estudo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seja flexível em relação ao lugar de estudo do seu filho.&lt;br /&gt;Nem todas as crianças estudam melhor sentadas em frente de uma escrivaninha, em um quarto silencioso. Pergunte para seu filho como ele gosta de estudar, no chão, sentado na cama com uma mesa portátil ou na cozinha com o barulho das preparações para o jantar... Algumas crianças gostam de barulho de fundo, outras preferem o silêncio. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O lugar preferido de seu filho estudar pode mudar à medida que ele cresce, e pode variar dependendo do tipo de tarefa. O importante é ser flexível, garantindo que as tarefas sejam feitas e compreendidas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Limpeza&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Guarde tudo o que não estiver relacionado com a tarefa a ser feita. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando seu filho chegar em casa apavorado por causa de tarefas em várias matérias, diminua sua ansiedade ajudando-o a focar em uma coisa de cada vez. Reveja tudo o que precisa ser feito e escolha um trabalho para começar. Junto com ele, pegue e organize os materiais necessários para completar a tarefa escolhida e guarde todo o resto até que seja a hora de iniciar um novo trabalho. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;4. Anotações&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ajude a garantir que as lições diárias de seu filho cheguem com ele ensinando-o a registrar cada tarefa a medida que forem dadas. Uma agenda diária ou uma folha de tarefas proporciona um espaço centralizado para o registro dos trabalhos a serem feitos. Ele pode rever a folha no final de cada dia e se assegurar que os materiais necessários estejam na mochila. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;5. Acervo de Pesquisa&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma biblioteca caseira é um auxiliar inestimável na realização das tarefas de casa. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma pequena biblioteca de referências, tanto em forma impressa como eletrônica, pode ser um recurso útil para o seu filho. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;"Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra".&amp;nbsp; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;(Anísio Teixeira)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-3233985429201045728?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/3233985429201045728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/licao-de-casa-como-fazer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/3233985429201045728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/3233985429201045728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/licao-de-casa-como-fazer.html' title='Lição de casa. Como fazer?'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-1911435155194900562</id><published>2011-07-21T08:44:00.003-07:00</published><updated>2011-07-21T08:44:45.241-07:00</updated><title type='text'>Filmes interessantes</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;&lt;a href="http://psicopedagogiadiadema.blogspot.com/2010/08/dicas-de-filmes.html"&gt;Dicas de Filmes:&lt;/a&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header"&gt;&lt;div class="postmeta"&gt;&lt;span class="post-date"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="post-timestamp"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TF2gacjafJI/AAAAAAAAABo/_hzOGUd176s/s1600/emsm.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" bx="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TF2gacjafJI/AAAAAAAAABo/_hzOGUd176s/s320/emsm.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Em Seu Lugar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Maggie e Rose Feller são duas irmãs que tem em comum apenas o fato de calçarem o mesmo número. Maggie é festeira, detesta estudar, muda constantemente de emprego e acredita que seu melhor talento é atrair os homens. Já Rose é uma advogada, bem-sucedida, que trabalha em um dos maiores escritórios da Filadélfia. Maggie e Rose, apesar das diferenças, são grandes amigas. Após uma grande briga, elas decidem viajar juntas com a ajuda de sua avó recém-descoberta, Ella Hirsch, que acreditavam estar morta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TF2emhinZ1I/AAAAAAAAABQ/nrdD7nz730A/s1600/Escola+da+Vida+Pt.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;img border="0" bx="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TF2emhinZ1I/AAAAAAAAABQ/nrdD7nz730A/s320/Escola+da+Vida+Pt.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Escola da Vida&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Há um novo professor na cidade e ele está fazendo um verdadeiro furacão na Fallbrook Middle School. Ele é atraente. Ele é legal. Ele é informal... Os alunos amam o sr. D e os professores o admiram... Exceto Matt Warner, o ansioso professor de biologia que sonha em ganhar o prêmio de Professor do Ano. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TF2eiaD9z3I/AAAAAAAAABI/q87aFornJjg/s1600/img.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;img border="0" bx="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TF2eiaD9z3I/AAAAAAAAABI/q87aFornJjg/s320/img.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Gênio Indomável&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Will Hunting, se revela um jovem de inteligência excepcional, mas também rebelde e desajustado, sempre às voltas com o amigo Chuckie. Quem descobre a destreza dele em solucionar difíceis equações matemáticas é um professor universitário. Este, encaminha Will para o terapeuta Sean, que vai tentar dar um ajuste emocional nos rompantes do moço. A jovem Skylar, uma nova paixão, vai ajudar na recuperação...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TF2epEgtUVI/AAAAAAAAABY/zRaYZ1B0Reg/s1600/697.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;img border="0" bx="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TF2epEgtUVI/AAAAAAAAABY/zRaYZ1B0Reg/s320/697.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Patch Adams - O Amor É Contagioso&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Patch Adams foi criticado oficialmente na escola de Medicina por sua "alegria excessiva" e recebeu o seguinte conselho de um professor: "Se quiser ser palhaço, vá para o circo". Na verdade, Patch queria ser palhaço. Mas também queria ser médico... Ele conseguiu unir esses dois lados, tão diferentes de sua personalidade e acabou sendo as duas coisas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TF2ediMYK8I/AAAAAAAAABA/Yzykme9kZWA/s1600/sociedade.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;img border="0" bx="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TF2ediMYK8I/AAAAAAAAABA/Yzykme9kZWA/s320/sociedade.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Sociedade dos Poetas Mortos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Em 1959, John Keating volta ao tradicionalíssimo internato Welton Academy, onde foi um aluno brilhante, para ser o novo professor de Inglês. No ambiente soturno da respeitada escola, Keating torna-se uma figura polêmica e mal vista, pois acende nos alunos a paixão pela poesia e pela arte e a rebeldia contra as convenções sociais. Os estudantes, empolgados, ressuscitam a Sociedade dos Poetas Mortos, fundada por Keating em seu tempo de colegial e dedicada ao culto da poesia, do mistério e da amizade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-1911435155194900562?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/1911435155194900562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/filmes-interessantes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/1911435155194900562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/1911435155194900562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/filmes-interessantes.html' title='Filmes interessantes'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TF2gacjafJI/AAAAAAAAABo/_hzOGUd176s/s72-c/emsm.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-6021516340401228661</id><published>2011-07-21T08:44:00.001-07:00</published><updated>2011-07-21T08:44:02.378-07:00</updated><title type='text'>12 de novembro dia do psicopedagogo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Dia do Psicopedagogo&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TJPwVsYYSxI/AAAAAAAAAEQ/DJ87DMlw3qw/s1600/logo-psico.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="140" qx="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TJPwVsYYSxI/AAAAAAAAAEQ/DJ87DMlw3qw/s200/logo-psico.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;“Diga-me eu esquecerei, ensina-me e eu poderei lembrar, envolva-me e eu aprenderei.”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;(Benjamin Franklin)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-6021516340401228661?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/6021516340401228661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/12-de-novembro-dia-do-psicopedagogo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/6021516340401228661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/6021516340401228661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/12-de-novembro-dia-do-psicopedagogo.html' title='12 de novembro dia do psicopedagogo'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vzzptoY7Qeg/TJPwVsYYSxI/AAAAAAAAAEQ/DJ87DMlw3qw/s72-c/logo-psico.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-5357284676764019848</id><published>2011-07-21T08:43:00.000-07:00</published><updated>2011-07-21T08:43:24.148-07:00</updated><title type='text'>CÓDIGO DE ÉTICA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOPEDAGOGIA - ABPp</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;"Uma longa viagem começa com um único passo."&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(Lao-Tsé)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;strong&gt;CÓDIGO DE ÉTICA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOPEDAGOGIA - ABPp&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;Reformulado pelo Conselho Nacional e Nato do biênio 95/96&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CAPÍTULO I&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DOS PRINCÍPIOS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 1º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A psicopedagogia é um campo de atuação em Saúde e Educação que lida com o processo de aprendizagem humana; seus padrões normais e patológicos, considerando a influência do meio _ família, escola e sociedade _ no seu desenvolvimento, utilizando procedimentos próprios da psicopedagogia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parágrafo único&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A intervenção psicopedagógica é sempre da ordem do conhecimento relacionado com o processo de aprendizagem&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 2º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Psicopedagogia é de natureza interdisciplinar. Utiliza recursos das várias áreas do conhecimento humano para a compreensão do ato de aprender, no sentido ontogenético e filogenético, valendo-se de métodos e técnicas próprios.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 3º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O trabalho psicopedagógico é de natureza clínica e institucional, de caráter preventivo e/ou remediativo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 4&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estarão em condições de exercício da Psicopedagogia os profissionais graduados em 3º grau, portadores de certificados de curso de Pós-Graduação de Psicopedagogia, ministradoem estabelecimento de ensino oficial e/ou reconhecido, ou mediante direitos adquiridos, sendo indispensável submeter-se à supervisão e aconselhável trabalho de formação pessoal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 5&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O trabalho psicopedagógico tem como objetivo: (I) promover a aprendizagem, garantindo o bem-estar das pessoas em atendimento profissional, devendo valer-se dos recursos disponíveis, incluindo a relação interprofissional; (II) realizar pesquisas científicas no campo da Psicopedagogia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CAPÍTULO II&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DAS RENPONSABILIDADES DOS PSICOPEDAGOGOS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 6º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São deveres fundamentais dos psicopedagogos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A) Manter-se atualizado quanto aos conhecimentos científicos e técnicos que tratem o fenômeno da aprendizagem humana;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;B) Zelar pelo bom relacionamento com especialistas de outras áreas, mantendo uma atitude crítica, de abertura e respeito em relação às diferentes visões do mundo;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;C) Assumir somente as responsabilidades para as quais esteja preparado dentro dos limites da competência psicopedagógica;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;D) Colaborar com o progresso da Psicopedagogia;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E) Difundir seus conhecimentos e prestar serviços nas agremiações de classe sempre que possível;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;F) Responsabilizar-se pelas avaliações feitas fornecendo ao cliente uma definição clara do seu diagnóstico;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;G) Preservar a identidade, parecer e/ou diagnóstico do cliente nos relatos e discussões feitos a título de exemplos e estudos de casos;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;H) Responsabilizar-se por crítica feita a colegas na ausência destes;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;I) Manter atitude de colaboração e solariedade com colegas sem ser conivente ou acumpliciar-se, de qualquer forma, com o ato ilícito ou calúnia. O respeito e a dignidade na relação profissional são deveres fundamentais do psicopedagogo para a harmonia da classe e manutenção do conceito público.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CAPÍTULO III&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DAS RELAÇÕES COM OUTRAS PROFISSÕES&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 7º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O psicopedagogo procurará manter e desenvolver boas relações com os componentes das diferentes categorias profissionais, observando, para este fim, o seguinte:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A) Trabalhar nos estritos limites das atividades que lhes são reservadas;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;B) Reconhecer os casos pertencentes aos demais campos de especialização; encaminhando-os a profissionais habilitados e qualificados para o atendimento;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CAPÍTULO IV&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DO SIGILIO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 8º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O psicopedagogo está obrigado a guardar segredo sobre fatos de que tenha conhecimento em decorrência do exercício de sua atividade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parágrafo Único&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não se entende como quebra de sigilio, informar sobre cliente a especialistas comprometidos com o atendimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 9º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O psicopedagogo não revelará, como testemunha, fatos de que tenha conhecimento no exercício de seu trabalho, a menos que seja intimado a depor perante autoridade competente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 10º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os resultados de avaliações só serão fornecidos a terceiros interessados, mediante concordância do próprio avaliado ou do seu representante legal&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 11º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os prontuários psicopedagógicos são documentos sigilosos e a eles não será franqueado o acesso a pessoas estranhas ao caso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CAPÍTULO V&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DAS PUBLICAÇÕES CIENTIFICAS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 12º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na publicação de trabalhos científicos, deverão ser observadas as seguintes normas:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;a) A discordância ou críticas deverão ser dirigidas à matéria e não ao autor;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;b) Em pesquisa ou trabalho em colaboração, deverá ser dada igual ênfase aos autores, sendo de boa norma dar prioridade na enumeração dos colaboradores àquele que mais contribuir para a realização do trabalho;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;c) Em nenhum caso, o psicopedagogo se prevalecerá da posição hierarquia para fazer publicar em seu nome exclusivo, trabalhos executados sob sua orientação;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;d) Em todo trabalho científico deve ser indicada a fonte bibliográfica utilizada, bem como esclarecidas as idéias descobertas e ilustrações extraídas de cada autor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CAPÍTULO VI&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DA PUBLICIDADE PROFISSIONAL&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 13º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O psicopedagogo ao promover publicamente a divulgação de seus serviços, deverá faze-lo com exatidão e honestidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 14º &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O psicopedagogo poderá atuar como consultor científico em organizações que visem o lucro com venda de produtos, desde que busque sempre a qualidade dos mesmos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CAPÍTULO VII&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DOS HONORÁRIOS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 15º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os honorários deverão ser fixados com cuidado, a fim de que representem justa retribuição ao serviços prestados e devem ser contratados previamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CAPÍTULO VIII&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DAS RELAÇÕES COM SAÚDE E EDUCAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 16º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O psicopedagogo deve participar e refletir com as autoridades competentes sobre a organização, implantação e execução de projetos de Educação e Saúde Pública relativo às questões psicopedagógicas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CAPÍTULO IX&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DA OBSERVÂNCIA E CUMPRIMENTO DO CÓDIGO DE ÉTICA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 17º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cabe ao psicopedagogo, por direito, e não por obrigação, seguir este código.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 18º &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cabe ao Conselho Nacional da ABPp orientar e zelar pela fiel observância dos princípios éticos da classe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 19º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O&amp;nbsp;presente código só poderá ser alterado por proposta do Conselho da ABPp e aprovado em Assembléia Geral.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CAPÍTULO X&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DAS DISPOSIÇÕES GERAIS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo 20º&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O presente código de ética entrou em vigor após sua aprovação em Assembléia Geral, realizada no V Encontro e II Congresso de Psicopedagogia da ABPp em 12/07/1992, e sofreu a 1ª alteração proposta pelo Congresso Nacional e Nato no biênio 95/96, sendo aprovado em 19/07/1996, na Assembléia Geral do III Congresso Brasileiro de Psicopedagogia da ABPp, da qual resultou a presente solução.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.abpp.com.br/leis_regulamentacao_etica.htm"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ABPP&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-5357284676764019848?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/5357284676764019848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/codigo-de-etica-da-associacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/5357284676764019848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/5357284676764019848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/codigo-de-etica-da-associacao.html' title='CÓDIGO DE ÉTICA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSICOPEDAGOGIA - ABPp'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-3328403713054712714</id><published>2011-07-21T08:41:00.003-07:00</published><updated>2011-07-21T08:41:35.294-07:00</updated><title type='text'>Psicopedagogia na escola</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O papel da escola é propiciar um espaço de respeito e igualdade, para que todos, independentemente de suas dificuldades, sejam capazes de aprender e sejam incluídos efetivamente. Tendo assim, a possibilidade de desenvolverem seus múltiplos potenciais.&lt;br /&gt;O&amp;nbsp;olhar&amp;nbsp;do psicopedagogo&amp;nbsp;é &amp;nbsp;necessário e não deve ser facultativo, como ocorre hoje. O objeto de estudo da psicopedagogia é a aprendizagem, onde ela se dá, ou não.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por este motivo, é de suma importância o olhar psicopedagógico dentro da escola, mas este, ainda é um espaço a ser conquistado em nossa realidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A interdisciplinaridade da profissão psicopedagógica dentro de sala de aula, ou dentro da escola é sem dúvida um ganho ao aprendente e ao ensinante, que podem contar com a colaboração de um profissional especializado e com um olhar diferenciado sobre o processo ensino e aprendizagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Escrito por Elaine P. Santos&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-3328403713054712714?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/3328403713054712714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/psicopedagogia-na-escola_21.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/3328403713054712714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/3328403713054712714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/psicopedagogia-na-escola_21.html' title='Psicopedagogia na escola'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-3469872107421319744</id><published>2011-07-21T08:41:00.001-07:00</published><updated>2011-07-21T08:41:34.544-07:00</updated><title type='text'>Psicopedagogia na escola</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O papel da escola é propiciar um espaço de respeito e igualdade, para que todos, independentemente de suas dificuldades, sejam capazes de aprender e sejam incluídos efetivamente. Tendo assim, a possibilidade de desenvolverem seus múltiplos potenciais.&lt;br /&gt;O&amp;nbsp;olhar&amp;nbsp;do psicopedagogo&amp;nbsp;é &amp;nbsp;necessário e não deve ser facultativo, como ocorre hoje. O objeto de estudo da psicopedagogia é a aprendizagem, onde ela se dá, ou não.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por este motivo, é de suma importância o olhar psicopedagógico dentro da escola, mas este, ainda é um espaço a ser conquistado em nossa realidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A interdisciplinaridade da profissão psicopedagógica dentro de sala de aula, ou dentro da escola é sem dúvida um ganho ao aprendente e ao ensinante, que podem contar com a colaboração de um profissional especializado e com um olhar diferenciado sobre o processo ensino e aprendizagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Escrito por Elaine P. Santos&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-3469872107421319744?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/3469872107421319744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/psicopedagogia-na-escola.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/3469872107421319744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/3469872107421319744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/psicopedagogia-na-escola.html' title='Psicopedagogia na escola'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3609426224685489342.post-8172191173547489407</id><published>2011-07-21T08:40:00.001-07:00</published><updated>2011-07-21T08:40:46.510-07:00</updated><title type='text'>Alfabetização</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Hoje, a lei obriga a matrícula da criança de seis anos no Ensino Fundamental, visando que ela seja alfabetizada.&lt;br /&gt;A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional fala em seu Art. &lt;span style="font-family: inherit;"&gt;6º&lt;/span&gt;: “É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula dos menores, a partir dos seis anos de idade, no ensino fundamental”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Porém, a escola particular antecipa ainda mais esta etapa, a maioria das escolas hoje, alfabetiza crianças com cinco anos de idade. É uma solicitação da família e da escola, que o professor antecipe este processo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Na verdade é sabido que o processo de alfabetização inicia-se assim que a criança entra na escola, com o contato com o mundo letrado e cada um vai se desenvolvendo de acordo com o seu tempo, com o seu ritmo... &amp;nbsp;Mas o que observei nesses anos, é a necessidade de se enquadrar esta criança dentro de uma fase da escrita. E consequentemente assim iniciam se os rótulos...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;E, o que ao meu ver, é ainda mais questionável, &lt;strong&gt;nesta fase a criança precisa vivenciar no concreto a sua aprendizagem, precisa de atividades exploratórias e principalmente, precisa brincar!&lt;/strong&gt; Atualmente, a família e a escola, já não priorizam esta etapa&amp;nbsp;fundamental, para o desenvolvimento humano. Estamos adiantando etapas e pulando fases importantes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Temos&amp;nbsp;em muitas&amp;nbsp;&amp;nbsp;escolas, muitas atividades de registros&amp;nbsp; e pouco tempo destinado a atividades corporais e jogos simbólicos. Muitas vezes, essas atividades são praticadas, apenas uma vez na semana, isso em um grupo com crianças de cinco anos... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Acredito que&amp;nbsp;o olhar psicopedagógico dentro da Educação Infantil se faz necessário. A psicopedagogia na educação infantil, seria um ganho muito grande dentro da escola, tanto para os professores e muito mais, para as crianças.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Escrito por Elaine P. Santos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3609426224685489342-8172191173547489407?l=psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/feeds/8172191173547489407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/alfabetizacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/8172191173547489407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3609426224685489342/posts/default/8172191173547489407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psicanaliseepsicopedagogia.blogspot.com/2011/07/alfabetizacao.html' title='Alfabetização'/><author><name>Nina Lee Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-KYdXyVouewI/TihxiXHWn2I/AAAAAAAAADg/fLcbHkLgIBw/s220/butterfly202.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
